- O estreito de Hormuz continua praticamente fechado ao tráfego comercial, com a circulação marítima reduzida a um mínimo e dominada por embarcações associadas ao Irã.
- A atividade portuária caiu no fim de semana: transições diárias passaram de cerca de 11 no sábado para oito no domingo, segundo dados de rastreamento.
- Entre os navios, as únicas movimentações não vinculadas ao Irã foram o superpetroleiro sul-coreano inbound Aram (também conhecido como Cameroon Prosperity), e um cargueiro de gás liquefeito de petróleo outbound, Al Barrah, gerido pela Sabic, da Arábia Saudita.
- A tendência se manteve na manhã de segunda-feira, com apenas três transitos registrados, todos ligados ao Irã.
- Há relatos de um programa de seguro para companhias de navegação que transitariam pelo estreito, supostamente apoiado por Bitcoin, conforme informam fontes do mercado.
O Estreito de Hormuz continua praticamente fechado para o tráfego de navios comerciais, segundo dados de rastreamento. A passagem marítima circula em ritmo reduzido, com navios fortemente ligados ao Irã dominando as movimentações.
No fim de semana, a taxa diária de transições caiu. Bloomberg aponta que passaram cerca de 11 embarcações no sábado e 8 no domingo, quase todas ligadas ao Irã. Entre os poucos movimentos de origem não iraniana, houve o carregamento de uma superpetroleira sul-coreana inbound sem carga, conhecida como Aram ou Cameroon Prosperity, e uma embarcação de gás liquefeito de petróleo outbound chamada Al Barrah, gerida pela Sabic, da Arábia Saudita.
As informações apontam continuidade do padrão na segunda-feira pela manhã, com apenas três transições registradas, todas associadas a navios sob controle iraniano. O relato também comenta a existência de planos de seguro para empresas de navegação que desejem transitar pela rota, vinculados a criptomoeda Bitcoin, segundo relatos citados.
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