- Germán Naranjo Maldini, executivo chileno, permanece preso no presídio de Guarulhos, em São Paulo, aguardando a decisão da Justiça brasileira.
- O caso envolve injúria racial e homofobia durante um voo da Latam entre São Paulo e Frankfurt, com vídeos que mostram ofensas a um comissário brasileiro e tentativas de intimidar a tripulação.
- Ele está em uma cela compartilhada com 11 detentos.
- A defesa afirma que o empresário não se lembra do ocorrido e cita problemas psicológicos à época; ele pediu desculpas públicas a todos, especialmente ao tripulante chamado Bruno.
- A Latam classificou a atitude como deplorável, informou ter colaborado com as autoridades, e a Landes, empresa chilena onde Naranjo atuava, afastou o executive. A imprensa chilena destacou que a audiência pode ocorrer nos próximos dias.
Germán Naranjo Maldini, executivo chileno, está detido no Brasil após um episódio de injúria racial e homofobia a bordo de um voo da Latam entre São Paulo e Frankfurt. A prisão ocorre em Guarulhos, na Grande São Paulo, onde ele aguarda decisão da Justiça. A detenção ocorreu junto a mais 11 detentos em uma cela do presídio local.
Segundo a defesa, o acusado afirma não se lembrar do ocorrido e aponta problemas psicológicos no momento da confusão. O advogado afirma que Naranjo está triste, consternado e envergonhado, e que pediu desculpas públicas aos brasileiros, especialmente ao tripulante ofendido.
A Latam classificou o comportamento como deplorável e informou ter colaborado com as autoridades. A companhia chilena Landes, onde Naranjo atuava como gerente comercial, anunciou o afastamento do executivo. O caso ganhou repercussão no Chile e motivou manifestação oficial do governo do país.
Repercussão no Chile e desdobramentos jurídicos
A imprensa chilena veiculou expectativas sobre a próxima audiência, que pode definir o andamento do processo. As informações apontam para uma decisão judicial nos próximos dias. O episódio gerou cobrança de autoridades públicas chilenas sobre o comportamento do empresário.
Status processual e próximos passos
Não houve anúncio oficial sobre data da audiência definitiva. A defesa sustenta que o caso envolve questões psicológicas e que o conjunto de provas precisa ser avaliado pela Justiça brasileira. A Latam informou que continua acompanhando o andamento do processo.
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