- A Defesa Civil de Cuba divulgou um guia com orientações para proteção em caso de intervenção militar dos Estados Unidos.
- Entre as dicas, está preparar uma bolsa com suprimentos essenciais, kit de primeiros socorros, documentos, rádio, velas, fósforos, lanterna, comida pronta para três dias e água potável.
- Também orienta identificar o abrigo designado para proteção contra ataques aéreos e prestar atenção especial a pessoas com deficiência, idosos não autossuficientes, crianças e gestantes.
- Em alerta, o texto recomenda ir a subsolos, semissubsolos, túneis ou trincheiras com proteção adequada, e evitar ruas abertas, praças e edifícios danificados se não houver local seguro.
- O guia inclui instruções de atendimento a feridos, especialmente fraturas e hemorragias; o contexto menciona pressão dos EUA sobre Cuba, com embargo e sanções sob Trump.
A Defesa Civil de Cuba divulgou, nos últimos dias, um guia de orientação para a população em caso de uma eventual intervenção militar dos Estados Unidos. A medida surge em meio ao aumento das tensões entre Havana e Washington.
Entre as recomendações, o documento orienta que as famílias preparem uma bolsa com itens essenciais e um kit de primeiros socorros. Também sugere levar documentos, rádio, velas, fósforos, lanterna, alimentos prontos para três dias, água, itens de higiene, medicamentos e brinquedos para crianças.
O guia ainda aponta a identificação do local de abrigo designado para proteção contra ataques aéreos. Atenção especial é direcionada a pessoas com deficiência, aos idosos não autossuficientes, às crianças e às gestantes.
Ao soar o alerta de ataque aéreo, o texto orienta procurar abrigos subterrâneos, semissubsolos, túneis ou trincheiras com proteção adequada. Caso não seja possível, recomenda evitar ruas abertas, praças e evitar edifícios danificados ou refugiar-se sob pontes e túneis rodoviários.
Contexto político: desde janeiro, os Estados Unidos ampliaram pressões sobre Cuba com sanções econômicas e ações para dificultar o acesso a petróleo, em meio a divergências sobre reformas propostas pelo regime cubano. Havana afirma defender a soberania nacional frente às exigências. Especialistas avaliam que o risco de intervenção militar tem sido discutido no cenário regional, com menções a situações na Venezuela e no Irã. O ex-presidente Donald Trump disse que Cuba poderia ser o próximo alvo.
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