- Defesa de Germán Andrés Naranjo Maldini afirma que o chileno faz tratamento psiquiátrico há mais de treze anos e pediu avaliação médica à Justiça, alegando necessidade de acompanhamento especializado.
- O executivo foi preso no dia 15, em Guarulhos, após ser acusado de ofensas racistas e homofóbicas contra um comissário de bordo durante voo da Latam com destino a Frankfurt.
- Segundo a defesa, o investigado não tem noção do que aconteceu e estaria extremamente triste e envergonhado, apresentando pedido de desculpas público ao tripulante e aos brasileiros.
- O episódio ocorreu a bordo de uma aeronave que seguia para a Alemanha; o comissário chamou a Polícia Federal, e houve prisão preventiva mantida em audiência de custódia.
- A Anac endureceu punições para passageiros que causarem transtornos em voos nacionais, com medidas como multa e banimento de aeroportos; a Latam repudiou qualquer prática discriminatória.
Germán Andrés Naranjo Maldini, executivo chileno, permanece preso em Guarulhos suspeito de racismo e homofobia contra um comissário de bordo de um voo da Latam, que seguia para Frankfurt. A defesa pediu à Justiça Federal que ele passe por avaliação clínica e psiquiátrica, alegando tratamento médico contínuo.
Segundo o advogado Carlos Kauffmann, o cliente faz tratamento psiquiátrico há mais de 13 anos e já teve internações relacionadas à saúde mental. A defesa afirma que Naranjo não tem plena noção do ocorrido e que a avaliação é necessária independentemente da prisão.
O caso aconteceu a bordo de uma aeronave que partiu do Brasil com destino à Alemanha. O comissário de bordo acionou a Polícia Federal após as supostas agressões, e a prisão preventiva foi decretada pela Justiça Federal. Maldini foi transferido ao Centro de Detenção Provisória de Guarulhos.
A empresa chilena Landes, onde o executivo atuava como gerente, informou que ele será afastado formalmente de suas funções. A Latam repudiou qualquer prática discriminatória e violenta, incluindo racismo, xenofobia e homofobia.
A Anac anunciou endurecimento de punições para passageiros que causem transtornos em voos nacionais, com leis que entram em vigor em 14 de setembro. As penalidades incluem multa e possível banimento de aeroportos por 12 meses.
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