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Durigan discute conflito no Oriente Médio e comércio bilateral com Bessent

Durigan discute conflito no Oriente Médio, comércio bilateral e cooperação entre Receita e Alfândega dos EUA, em encontro do G7 em Paris

O ministro da Fazenda do Brasil, Dario Durigan, fala durante uma entrevista em seu escritório em Brasília, Brasil, 24 de abril de 2026. REUTERS/Jorge Silva
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  • O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou ter discutido o conflito no Oriente Médio e o comércio bilateral com Scott Bessent, secretário do Tesouro dos Estados Unidos, à margem de uma reunião do G7 em Paris.
  • Durigan escreveu no X que seguiram a agenda indicada pelos presidentes Lula e Trump, incluindo os impactos econômicos do conflito no Estreito de Ormuz e as medidas adotadas pelos dois países.
  • O ministro destacou ainda o andamento das tratativas para o comércio bilateral entre Brasil e Estados Unidos.
  • Foi mencionada a formalização de um mecanismo de cooperação entre a Receita Federal brasileira e a alfândega norte‑americana para combate ao crime organizado, com foco em armas e drogas.
  • A agenda ocorreu durante a reunião ministerial do G7 em Paris, conforme divulgado pelo ministro.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira, durante uma reunião ministerial do G7 em Paris, que discutiu o conflito no Oriente Médio e o comércio bilateral com o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent. O encontro ocorreu à margem do evento internacional.

A fala de Durigan ressaltou a continuidade da agenda entre Brasil e Estados Unidos, conforme o que foi estabelecido pelos presidentes Lula e Trump. O ministro destacou a avaliação de impactos econômicos do conflito no Estreito de Ormuz e as medidas adotadas por ambos os países, além de avançar em tratativas comerciais.

Durigan também mencionou o avanço nas negociações para formalizar um mecanismo de cooperação entre a Receita Federal brasileira e a alfândega dos EUA, com foco no combate ao crime organizado, em especial o tráfico de armas e de drogas.

Cooperação entre Receita e alfândega

O objetivo do acordo seria fortalecer o intercâmbio de informações e a repressão a ilícitos transnacionais, segundo a autoridade brasileira. A pauta reforça a valorização de ações conjuntas para evitar distúrbios econômicos decorrentes de atividades ilegais.

A agenda comentada envolve ainda temas de segurança econômica, comércio e cooperação aduaneira, sem anúncio de prazos específicos. As informações foram divulgadas pelo Ministério da Fazenda.

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