- Forças israelenses abriram fogo contra pelo menos dois barcos da flotilha de ajuda a Gaza, segundo imagens de vídeo e organizadores, sem relatos de vítimas.
- O vídeo da transmissão ao vivo mostrou soldados disparando contra dois barcos; organizadores dizem que seis barcos foram alvejados.
- Os organizadores afirmam que Israel interceptou quarenta e quatro barcos no leste do Mediterrâneo e que seis ainda navegavam.
- O Ministério das Relações Exteriores de Israel disse que não permitirá violação do bloqueio naval em Gaza.
- O Tesouro dos Estados Unidos anunciou sanções contra quatro pessoas ligadas à flotilha; o presidente turco, Tayyip Erdogan, condenou a intervenção.
As forças israelenses dispararam contra embarcações de uma flotilha de ajuda a Gaza, na terça-feira, de acordo com imagens de vídeo da transmissão ao vivo e relatos dos organizadores. Não houve relatos de vítimas até o momento.
O vídeo mostra soldados abrindo fogo contra dois barcos, enquanto os organizadores afirmam que seis barcos foram atingidos. Autoridades israelenses não comentaram; o Ministério das Relações Exteriores não respondeu aos pedidos de informações.
Dinâmica da interceptação
Os organizadores dizem que, até o momento, 44 barcos da flotilha já haviam sido interceptados no leste do Mediterrâneo, restando seis que ainda navegavam. O objetivo é entregar ajuda humanitária a Gaza.
Reação internacional e resposta oficial
O Ministério das Relações Exteriores de Israel afirmou, por meio de postagem, que não permitirá violação do bloqueio naval legal a Gaza. Em Ancara, o presidente turco Tayyip Erdogan condenou a intervenção e pediu ação da comunidade internacional.
Histórico da flotilha
A flotilha Global Sumud partiu pela terceira vez, saindo do sul da Turquia na quinta-feira, após tentativas anteriores de entregar ajuda terem sido interrompidas por Israel em águas internacionais. Participavam 426 pessoas de 39 países.
Repercussões e sanções
O Tesouro dos EUA anunciou sanções contra quatro pessoas associadas à flotilha, descrevendo o grupo como pró-Hamas. Ativistas afirmam que há associação indevida entre defesa dos direitos palestinos e apoio a extremistas.
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