- A Organização Mundial da Saúde informou que a República Democrática do Congo declarou emergência de saúde pública de interesse internacional devido ao avanço acelerado da epidemia de ebola em Kivu.
- A doença já causou duzentos e sessenta e uma mortes e 513 casos suspeitos na região de Kivu, na fronteira com Uganda e Ruanda.
- A OMS considera o aumento preocupante e afirma que é preciso ampliar vigilância, diagnóstico precoce, isolamento de casos e monitoramento de contatos; já foram vacinadas mais de cinquenta mil pessoas na região.
- O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, informou que a organização está mobilizando recursos e apoio técnico para ajudar o país, e pediu que vizinhos estejam atentos para evitar a propagação.
- A epidemia, que começou em agosto de 2018 e foi encerrada em junho de 2020, apresentou novo surto em fevereiro de 2026 na região de Kivu, exigindo resposta contínua e participação das comunidades.
O Ministério da Saúde da República Democrana do Congo (RDC) declarou uma emergência de saúde pública de interesse internacional devido ao avanço acelerado da epidemia de ebola no país. A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que a doença já provocou 131 mortes e 513 casos suspeitos na região de Kivu, na fronteira com Uganda e Ruanda. A situação exige resposta rápida e coordenada, segundo a OMS.
O aumento no número de casos e óbitos é considerado preocupante pela OMS. A organização aponta que a epidemia na RDC é uma das mais complexas da história, pelo contexto de instabilidade política, conflitos armados e dificuldades de acesso às áreas afetadas. A vigilância, o diagnóstico precoce e o isolamento de casos ganham prioridade.
A OMS reforça a necessidade de ampliar a vacinação, já aplicada a mais de 50 mil pessoas na região. O diretor-geral Tedros Adhanom Ghebreyesus disse que a organização está mobilizando recursos e apoio técnico para ajudar o país a conter o surto. Países vizinhos devem permanecer atentos para evitar a propagação.
Resposta e medidas
A epidemia na RDC teve início em agosto de 2018 e terminou oficialmente em junho de 2020. O vírus voltou a surgir em fevereiro de 2026, com crescimento expressivo de casos e mortes na região de Kivu. A situação atual é dinâmica e requer adaptação constante das ações.
A OMS destaca que a fiscalização de contatos, o monitoramento de casos e o isolamento são ferramentas centrais da resposta. Além disso, envolve comunidades locais para combater medo e desinformação e manter a comunicação transparente com a população.
A transmissão ocorre por contato direto com sangue, fluidos corporais, tecidos ou objetos contaminados. A OMS recomenda evitar contato com pessoas doentes ou mortas por ebola, manter higiene pessoal e seguir orientações das autoridades locais. A vacinação continua entre as estratégias principais de prevenção.
A organização internacional segue monitorando o surto e oferecendo suporte técnico e financeiro ao país. A cooperação regional é considerada essencial para reduzir a transmissão e evitar uma crise de saúde pública de maiores proporções.
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