- O presidente Donald Trump afirmou ter adiado ataques planejados contra o Irã, enquanto há avanços em possível acordo para encerrar a guerra.
- A proposta mais recente do Irã prevê retirada de tropas, fim da guerra em todas as frentes (incluindo o Líbano), suspensão de sanções, reparações e fim do bloqueio marítimo.
- Autoridades iranianas disseram que o direito de enriquecer urânio é não negociável.
- Pesquisas mostram apoio reduzido à guerra: quase dois terços dos americanos consideram a decisão inadequada, e muitos citam juros elevados com gasolina como custo.
- O senador Lindsey Graham afirmou que qualquer acordo com o Irã precisa ser aprovado pelo Congresso.
President Trump adiou planos de ataque contra o Irã após o envio de uma proposta de acordo para encerrar o conflito, segundo comunicados oficiais. A notícia chega enquanto negociações diplomáticas ganham fôlego entre EUA e Irã com mediadores regionais envolvidos.
A proposta iraniana, divulgada pela mídia estatal, prevê retirada de tropas de áreas próximas ao Irã, fim da guerra em todas as frentes, incluindo o Líbano, retirada de sanções, reparação de danos e o fim do bloqueio marítimo. Autoridades iranianas consideram o enriquecimento de urânio como não negociável.
Trump afirmou que houve progressos, mas ressalvou que o resultado ainda depende do que for efetivado. O presidente mencionou a possibilidade de um acordo que incluiria o programa nuclear iraniano, destacando que o próximo passo envolve colocar tudo por escrito.
Política interna e apoio ao acordo também ganham destaque. Senador Lindsey Graham, aliado de Trump, disse que qualquer acordo deve ser aprovado pelo Congresso, repetindo a exigência de avaliação parlamentar para envios diplomáticos importantes.
Pesquisas de opinião divulgadas indicam desgaste com a guerra iniciada em 28 de fevereiro, com parte da população considerando o conflito uma decisão inadequada. A percepção sobre o impacto da alta dos preços de energia também tem sido um tema frequente.
A tensão entre Washington e Teerã permanece no centro das atenções, com a imprensa e governo americanos acompanhando os desdobramentos. O objetivo anunciado é encontrar uma solução diplomática que preserve a segurança nacional e reduza riscos regionais.
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