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USP condena pichação em carro de docente pró-Ucrânia

USP repudia pichação com a frase 'Fora, nazistas' em carro de docente pró-Ucrânia; caso permanece sem identificação dos autores

Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, campus da Cidade Universitária, localizado na zona oeste, no bairro do Butantã
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  • A direção da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP repudiou a pichação em carro de professora do Departamento de Ciência Política.
  • A frase escrita foi “Fora, nazistas” em cima de adesivo com a bandeira da Ucrânia, registrada no estacionamento da unidade na quarta-feira, 13.
  • A administração informou ter buscado imagens de câmeras de segurança, mas não houve identificação dos responsáveis até o momento.
  • A nota da faculdade expressou solidariedade à docente e denunciou a agressividade gratuita, além de alertar sobre a estigmatização de nacionalidades.
  • A entidade estudantil reafirmou o compromisso no combate ao fascismo e a todas as formas de opressão, ressaltando que debates não podem justificar ataques a pessoas ou povos.

A direção da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP repudiou a pichação feita no carro de uma professora do Departamento de Ciência Política. A frase trazia o rótulo Fora, nazistas, sobre um adesivo da bandeira da Ucrânia. O episódio ocorreu no estacionamento da unidade.

Segundo a administração, o ato aconteceu na quarta-feira, 13, e foi informado na terça-feira, 18, por meio de comunicado interno. As imagens de câmeras de segurança foram analisadas, mas não foi possível identificar os autores.

A instituição expressou solidariedade à docente afetada e classificou o vandalismo como agressão inesperada. A nota também apontou o risco de estigmatizar uma nação, especialmente em meio a conflitos recentes, e chamou o debate qualificado para o espaço universitário.

Reação institucional

O Central Acadêmico de Ciências Sociais da USP comentou o caso, descrevendo-o como lamentável. Em nota, o grupo destacou que divergências políticas não justificam intimidação ou ataques a indivíduos, reforçando a solidariedade à Ucrânia diante da invasão.

A entidade reafirmou o compromisso histórico com o combate ao fascismo, ao nazismo e a todas as formas de opressão. Ressaltou que a luta contra essas ideologias não pode se confundir com ataques a povos afetados por conflitos.

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