- Um casal britânico preso no Irã desde janeiro do ano passado, durante uma viagem mundial de moto, foi condenado a dez anos de prisão por espionagem, o que eles negam.
- A família afirma que Lindsay Foreman, de 53 anos, e Craig Foreman entraram em greve de fome para exigir a libertação; Craig estaria há 12 dias nesse regime.
- Os familiares dizem que o acesso ao telefone foi cortado no início de maio, após o que Lindsay teria pauseado a greve, mas posteriormente a retomou.
- O governo britânico, por meio do Foreign Office, afirma que continuará trabalhando para trazê-los de volta ao Reino Unido e classifica a detenção como “injusta e inaceitável”.
- Comunidade de motoqueiros planeja ação em Londres para marcar 500 dias desde a detenção, com entrega de petição a Downing Street e apoio de deputados e familiares; o ministro das Relações Exteriores chamou o caso de injustiça e descreveu-os como turistas inocentes.
A família de um casal britânico detido no Irã afirma que Lindsay e Craig Foreman iniciaram uma greve de fome para pressionar a libertação. O casal, que vive em East Sussex, foi preso em janeiro do ano passado durante uma passagem pela região em uma viagem mundial de moto.
Eles foram condenados em fevereiro a 10 anos de prisão por espionagem, acusação que os ingleses negam. O Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido disse que continuará trabalhando para trazê-los de volta ao país, classificando a detenção como inaceitável.
Craig Foreman estaria no 12º dia de greve de fome após a interrupção do acesso aos celulares do casal no início de maio. A família informou que Lindsay, de 53 anos, havia suspendido a greve para receber contato familiar, mas retomou posteriormente.
Joe Bennett, filho de Lindsay, descreveu a recusa alimentar como uma emergência médica em gestação. Ele ressaltou que o governo britânico não pode adiar ações diante de dois riscos de vida. O chanceler Yvette Cooper foi acionado para agir de forma direta.
A comunidade de usuários de mototáxi está organizando uma manifestação; o grupo planeja percorrer Kensington Palace até o Parlamento para marcar 500 dias desde a detenção inicial. Também devem entregar uma petição ao 10 Downing Street, cobrando medidas urgentes.
O Ministério das Relações Exteriores já havia classificado o caso como injusto, e o ministro Hamish Falconer, em sessão no Parlamento em abril, descreveu o casal como turistas inocentes. Falconer pediu ações rápidas para a libertação.
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