- Os dois últimos corpos dos mergulhadores italianos mortos nas cavernas do Atol de Vaavu, nas Maldivas, foram trazidos à superfície às 12h04, horário local, nesta quarta-feira (20).
- Os corpos de Monica Montefalcone e Federico Gualtieri foram recuperados na terça-feira (19); os dois últimos, Giorgia Sommacal e Muriel Oddenino, foram trazidos à superfície nesta quarta-feira.
- Câmeras corporais dos mergulhadores foram recuperadas e entregues às autoridades locais, para que sejam analisadas com apoio do Ministério Público italiano.
- Os restos mortais devem ser repatriados para a Itália, conforme afirmou o porta-voz, com investigações em curso sobre as possíveis causas do acidente.
- As buscas redoembraram o grupo de cinco mergulhadores que explorava cavernas do Vaavu; houve morte de um sargento durante a operação de recuperação anterior, destacando os riscos da atividade em profundidade.
Os dois últimos corpos de mergulhadores italianos das cavernas marinhas nas Maldivas foram recuperados na quarta-feira (20), segundo o gabinete de imprensa da presidência das Maldivas. As cinco vítimas haviam morrido em Vaavu na semana anterior.
Os corpos foram trazidos à superfície às 12h04, no horário local, e serão levados com os demais ao necrotério na capital Malé. Monica Montefalcone, Federico Gualtieri e Gianluca Benedetti já eram identificados entre os mortos.
O corpo de Benedetti foi encontrado na entrada da caverna e os demais foram localizados na parte mais profunda da cavidade. Um sexto mergulhador não entrou na água e não houve lesões relatadas entre os sobreviventes.
A operação envolveu mergulhadores de cavernas de várias nacionalidades e equipes maldivas, com apoio de autoridades italianas. As câmeras corporais dos mergulhadores também foram recuperadas para investigação.
Investigações e identidades
A identificação preliminar confirma as vítimas italianas, com confirmação por DNA e colaboração da Interpol. Enquanto isso, todos os corpos serão repatriados à Itália e as investigações seguem para apurar as causas.
As Maldivas investigam se o grupo desceu mais fundo do que o previsto. Um mergulhador militar sênior morreu durante uma segunda recuperação, aumentando a compreensão dos riscos da operação.
Especialistas londrinhas afirmaram que correntes, profundidade e lama dificultam a retirada. A polícia italiana participa com o Ministério Público, e autoridades locais cooperam com os peritos.
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