- Dois dos mergulhadores italianos mortos tiveram seus corpos resgatados nesta quarta-feira, 20 de maio, dentro da caverna subaquática no atolu de Vaavu, Maldivas, a sessenta metros de profundidade.
- Ao total, eram cinco italianos envolvidos na expedição: professora Monica Montefalcone, sua filha, dois jovens pesquisadores e o instrutor do grupo.
- Um mergulhador da Força Nacional de Defesa das Maldivas morreu no sábado, 16 de maio, por complicações de descompressão; as buscas foram suspensas após a morte.
- A operação internacional de resgate foi iniciada após o incidente; segundo a universidade de Gênova, a atividade não fazia parte de uma missão científica autorizada.
- A licença de operação do barco utilizado pelos mergulhadores foi suspensa; as Maldivas não autorizam mergulhos turísticos a profundidades superiores a trinta metros.
Os dois últimos mergulhadores italianos foram resgatados nesta quarta-feira, 20 de maio, dentro da caverna subaquática no atol de Vaavu, nas Maldivas. Eles estavam entre cinco italianos que participavam de uma exploração em profundidade não autorizada.
Segundo o porta-voz do governo das Maldivas, os dois corpos foram retirados do interior da caverna e levados à superfície. O resgate ocorreu após a identificação de sinalização de perigo no local.
Os cinco italianos eram mergulhadores experientes. A Universidade de Gênova confirmou que a atividade não fazia parte de uma missão científica e ocorreu a título pessoal, sem autorização das autoridades maldivianas.
A quarta vítima, também italiana, era instrutor do grupo. A quinta era uma professora de biologia marinha, Monica Montefalcone, ligada à universidade, juntamente com sua filha e dois jovens pesquisadores.
Um mergulhador da Força Nacional de Defesa das Maldivas morreu no sábado, 16 de maio, devido complicações de descompressão, após ser hospitalizado. A morte levou à suspensão temporária das buscas, levando a Itália a organizar uma operação internacional de resgate.
Investigação e medidas
As autoridades maldivianas suspenderam a licença do barco utilizado pelos mergulhadores. A polícia local abriu apuração para esclarecer as circunstâncias da atividade, incluindo se houve violação de regras de profundidade.
O arquipélago, famoso por destinos de luxo, recebe regularmente mergulhadores de todo o mundo. Apesar de acidentes em esportes náuticos ocorrerem, o mergulho profundo continua sendo atividade de risco nas Maldivas.
As investigações devem esclarecer por que a expedição ocorreu sem autorização, quais foram as responsabilidades dos organizadores e as razões pelos quais o barco teve a licença suspensa.
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