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Remessa de marca ligada a Kim Kardashian é apreendida com 90 kg de cocaína

Motorista polonês é condenado a treze anos e seis meses por contrabando de cocaína oculto em remessa da Skims; empresa nega envolvimento

Kim Kardashian
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  • Um caminhoneiro polonês transportava cerca de 90 kg de cocaína escondidos entre embalagens da marca Skims, de Kim Kardashian, em rota da Holanda para a Inglaterra.
  • O carregamento foi flagrado no porto de Harwich, no sudeste da Inglaterra, durante inspeção de raio-X de autoridades britânicas.
  • O motorista confessou ter recebido US$ 5 mil para transportar as drogas; a polícia informou que o envio era ilegal, mas que o contrabando ocorreu sem envolvimento da exportadora ou da importadora.
  • Na segunda-feira, em Chelmsford, no sudeste da Inglaterra, o réu foi condenado a treze anos e seis meses de prisão.
  • A Skims emitiu nota negando qualquer ligação com o motorista, o caminhão ou com a operação criminosa, dizendo não ter conhecimento da atividade e que não há provas de envolvimento da marca.

Um motorista polonês foi flagrado transportando cerca de 90 kg de cocaína escondidos entre embalagens da marca Skims, de Kim Kardashian. O carregamento, a caminho da Holanda para a Inglaterra, incluía 28 paletes de produtos da etiqueta e cerca de R$ 45 milhões em drogas. A apreensão ocorreu durante inspeção de raio-x no porto de Harwich, no sudeste da Inglaterra.

O caso envolve Jakub Jan Konkel, 40 anos. Segundo a Agência Nacional de Combate ao Crime do Reino Unido (NCA), a carga era legal e nem o exportador nem o importador estavam ligados ao tráfico, mas um esconderijo foi criado no revestimento das portas traseiras do caminhão. O motorista admitiu ter transportado as drogas em troca de US$ 5 mil, cerca de R$ 25 mil na cotação atual.

Em 18 de maio, o caso foi julgado em Chelmsford, na Inglaterra, com Konkel recebendo a sentença de 13 anos e seis meses de prisão. A Skims afirmou que não tinha conhecimento da atividade criminosa nem ligação com o motorista, o caminhão ou a operação de contrabando. As autoridades destacaram que não há provas de envolvimento da marca nas ações do motorista.

Acórdão e sentença

A decisão judicial confirmou que o transporte das roupas não era ilegal e que o esquema de contrabando ocorreu sem participação da empresa.

Reação da Skims

A marca reiterou o afastamento de qualquer envolvimento no crime e afirmou que colaborou com as autoridades durante a investigação.

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