- Caso de ebola é confirmado em Kivu do Sul, RDC, a centenas de quilômetros do epicentro do surto.
- Paciente, de 28 anos, morreu e foi enterrado de forma segura; ele veio da cidade Kisangani, sem detalhes sobre deslocamentos recentes.
- OMS declarou emergência de saúde pública de interesse internacional; o surto já registrava 139 mortes e 600 casos suspeitos nas províncias de Ituri e Kivu do Norte, com dois casos confirmados em Uganda.
- Outro caso suspeito foi identificado em Kivu do Sul; Goma já havia confirmado um caso na semana anterior; o M23 disse estar comprometido em cooperar com parceiros internacionais.
- Desafios da resposta incluem áreas urbanas densas, violência armada na região e falta de suprimentos básicos, o que dificulta o combate à epidemia.
Um caso de ebola foi confirmado em Kivu do Sul, RDC, região leste governada por grupos rebeldes. O paciente, de 28 anos, morreu e foi enterrado de forma segura. O registro ocorreu em área rural perto de Bukavu.
A confirmação amplia o surto que já circulava há cerca de dois meses em Ituri, no nordeste, segundo autoridades de saúde. O paciente teria vindo de Kisangani, província de Tshopo, mas não foram divulgados detalhes de seus deslocamentos.
Segundo a OMS, até a quarta-feira o surto havia causado 139 mortes e 600 casos suspeitos nas províncias de Ituri e Kivu do Norte. Dois casos também foram confirmados em Uganda, vizinha.
Na região de Kivu do Sul, dois casos suspeitos foram reportados pela equipe de saúde local, incluindo o homem que morreu. Um outro paciente permanece isolado, aguardando resultados.
O M23, grupo rebelde que controla parte da área, declarou apoio à cooperação com parceiros internacionais para conter o surto. A resposta enfrenta dificuldades por violência e limitações logísticas.
A OMS manteve alerta internacional, destacando a variante Bundibugyo do ebola, sem vacina específica. Equipes de campo enfrentam desafios logísticos, com relatos de escassez de suprimentos básicos.
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