- China e Rússia defenderam Cuba e condenaram o processo contra Raúl Castro, indiciado nos EUA por homicídio, conspiração para matar cidadãos americanos e destruição de aeronaves, relacionado a um caso de 1996.
- A China pediu que Washington pare de usar “armadilhas judiciais” contra Cuba e afirmou que sanções unilaterais não têm base no direito internacional.
- Pequim afirmou que os EUA devem cessar sanções e ameaças de uso da força, mantendo o apoio à soberania cubana.
- A Rússia também reiterou apoio ativo ao povo cubano durante este período considerado difícil.
- A acusação contra Castro, de 94 anos, ocorre em meio a aumento da pressão dos EUA sobre Cuba, com novas medidas de embargo e crise energética.
China e Rússia defenderam o regime cubano após o indiciamento de Raúl Castro nos EUA por homicídio, conspiração para matar cidadãos americanos e destruição de aeronaves, relacionado a um caso de 1996. A medida ocorre em meio a ações de pressão sobre Cuba.
Nesta quinta-feira, Pequim pediu que Washington cesse o que chamou de armadilhas judiciais contra Cuba, denunciando sanções unilaterais e processos abusivos. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, afirmou que não há fundamento legal para essas sanções.
A Rússia também reagiu, afirmando apoio ativo ao povo cubano em meio ao que classificou como período difícil. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Maria Zakharova, informou que o país manterá esse respaldo.
O indiciamento contra o ex-ditador cubano, com 94 anos, marca nova etapa na política de pressão dos EUA sobre Cuba. A partir de 2019, o regime cubano tem sido alvo de medidas adicionais que afetam energia e outras áreas.
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