- Carlo Petrini, um dos fundadores do Slow Food, morreu aos 76 anos em Bra, Itália, nesta quinta-feira (21).
- Ele também criou o encontro internacional Terra Madre e a Universidade de Ciências Gastronômicas em Pollenzo.
- O movimento Slow Food hoje reúne cerca de duas mil comunidades em vários países.
- A morte foi anunciada pela organização em seu site e nas redes sociais.
- O Slow Food defende comida boa, limpa e justa para todos e se opõe à padronização dos gostos e à perda da cultura gastronômica.
Carlo Petrini, um dos fundadores do Slow Food, morreu nesta quinta-feira, aos 76 anos, em Bra, na Itália. A confirmação foi feita pela própria organização por meio de nota publicada no site oficial e em suas redes sociais.
Ao longo de sua atuação, Petrini criou o movimento Slow Food, o encontro internacional Terra Madre e a Universidade de Ciências Gastronômicas, em Pollenzo. Hoje, o movimento contabiliza cerca de duas mil comunidades em diversos países.
Legado
Segundo a nota, Petrini ajudou a estruturar um movimento global fundamentado na ideia de comida boa, limpa e justa para todos, conectando comunidades, agricultores, artesãos da gastronomia, chefs, ativistas e jovens. O movimento se posiciona contra a padronização de gostos e a erosão da cultura gastronômica.
O líder era visto como visionário e costumava enfatizar a ideia de que quem semeia utopia colhe realidade, segundo o comunicado divulgado pela organização. A causa da morte não foi detalhada pela entidade.
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