- Nigéria e Estados Unidos anunciaram operação conjunta que resultou na morte de 175 combatentes ligados ao Estado Islâmico no nordeste do país nos últimos dias.
- A ofensiva também destruiu armamentos, postos de controle e redes financeiras usadas pelos militantes, segundo o exército nigeriano.
- Foi anunciada a morte de Abu Bakr al-Mainuki, apontado como vice-líder local do grupo, a primeira ação de alto escalão contra o EI em mais de dez anos.
- Também morreu Abd-al Wahhab, líder sênior responsável pela coordenação financeira, planejamento de ataques e logística dos militantes.
- O Comando dos Estados Unidos para a África confirmou os ataques e informou que não houve feridos entre tropas americanas ou nigerianas; a missão indica envolvimento mais ativo dos EUA no combate à região.
- (Observação) Segundo a CBN News, em fevereiro os EUA enviaram tropas à Nigéria em missão de apoio, mas a operação recente sinaliza participação mais direta.
Uma operação conjunta entre as forças da Nigéria e dos Estados Unidos resultou na morte de 175 combatentes associados ao Estado Islâmico nos últimos dias, segundo o exército nigeriano. O ataque ocorreu no nordeste do país.
O porta-voz militar Samaila Uba afirmou em comunicado que a ofensiva também destruiu armamentos, postos de controle e redes financeiras usadas pelos militantes. As ações marcam avanço significativo contra o grupo na região.
Abu Bakr al-Mainuki, apontado como vice-líder do braço local do Estado Islâmico, foi morto poucas semanas antes desta ofensiva, segundo autoridades. Além disso, Abd-al Wahhab, líder sênior, morreu durante as operações.
Detalhes da participação e impacto
O Comando dos EUA para a África confirmou os ataques e informou que nenhum soldado americano ou nigeriano ficou ferido. O texto ressalta o apoio logístico e de inteligência prestado pelas forças americanas.
De acordo com a CBN News, em fevereiro os EUA enviaram tropas à Nigéria em missão inicialmente descrita como apoio de assessoria e treinamento. As operações recentes sugerem envolvimento mais ativo dos EUA no combate aos militantes.
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