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Probabilidade de acordo com Cuba não é alta, afirma Rubio

Secretário de Estado dos EUA diz que a chance de acordo com Cuba não é alta, com acusações a Raúl Castro e oferta de US$ 100 milhões em ajuda humanitária

Rubio também comentou que Cuba aceitou uma oferta de R$ 500 milhões em ajuda humanitária
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  • Rubio afirmou que a probabilidade de um acordo entre EUA e Cuba não é alta no momento, apesar de os EUA preferirem um acordo negociado.
  • Ele disse que os EUA estão prontos para agir caso Cuba mude de ideia, mantendo a pressão sobre o governo cubano.
  • Cuba aceitou a oferta de ajuda humanitária dos EUA no valor de US$ 100 milhões (cerca de R$ 500 milhões na cotação atual).
  • Os EUA anunciaram acusações de assassinato contra o ex-presidente cubano Raúl Castro, elevando a tensão entre os dois países.
  • O ministro cubano das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, criticou Rubio, alegando que ele provoca agressão militar e rotula Cuba como Estado patrocinador do terrorismo, o que Cuba nega.

A probabilidade de um acordo negociado entre Estados Unidos e Cuba não é alta no momento, afirmou o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Segundo ele, os EUA continuam preferindo um acordo, mas, no estado atual das negociações, a possibilidade é limitada. Rubio afirmou que, caso Cuba mude de posição, Washington estará pronto para retomar o diálogo.

O secretário também mencionou que Cuba teria aceitado a oferta de ajuda humanitária dos EUA, no valor de US$ 100 milhões. A afirmação foi feita no contexto de pressões norte-americanas sobre o governo cubano, que é conduzido pelo Partido Comunista desde a revolução de 1959.

Rubio ressaltou que a política norte-americana sobre Cuba não se trata de construção ou reconstrução de nações, mas de medidas ligadas à segurança nacional dos Estados Unidos. Ele fez os comentários antes de viajar para uma reunião de ministros da Otan na Suécia.

Acusações de assassinato contra Raúl Castro e reação diplomática

Na quarta-feira, os EUA anunciaram acusações de assassinato contra o ex-presidente cubano Raúl Castro, aumentando a tensão entre os dois países. A cidade de Washington e outros polos diplomáticos observam a escalada como um recuo significativo nas relações bilaterais.

O chanceler cubano, Bruno Rodríguez, afirmou que as declarações de Rubio incitam agressão militar e qualificou Cuba como alvo de acusações injustas. Segundo Rodríguez, Cuba não representa ameaça à segurança dos EUA e Washington busca desestabilizar a ilha para justificar ações adversas. Ele pediu cautela ao considerar os impactos econômicos e humanos da situação.

Do lado americano, autoridades reiteram que as medidas visam interesses de segurança nacional. Não houve confirmação de mudanças estruturais na política externa norte-americana no curto prazo, mantendo o tom de pressão sobre o governo cubano.

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