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Rússia critica pressão dos EUA sobre Cuba e afirma que não pode ser tolerada

Kremlin critica pressão dos EUA sobre Cuba e afirma que violência contra chefes de Estado não pode ocorrer, após acusações ligadas a Raúl Castro

Vista da torre Spasskaya do Kremlin e da Catedral de São Basílio, em Moscou
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  • O Kremlin afirmou que não apoia a pressão dos Estados Unidos sobre Cuba e que a violência contra chefes de Estado não deve ocorrer, em nenhuma circunstância.
  • Os EUA apresentaram acusações de assassinato contra o ex-presidente Raúl Castro, relacionadas a um caso de 1996 envolvendo o abatimento de aeronaves do grupo Irmãos ao Resgate.
  • A acusação aumenta temores de uma possível intervenção militar dos EUA em Cuba, semelhante a ações na Venezuela.
  • O presidente Donald Trump já fez ameaças de ação militar e o secretário de Estado Marco Rubio declarou publicamente o desejo de ver uma mudança de regime em Cuba.
  • A notícia é reportada pela Reuters e cita também a agência RIA Novosti para as falas do porta-voz do Kremlin.

O Kremlin reagiu à pressão dos Estados Unidos sobre Cuba, afirmando que não é aceitável usar violência contra chefes de Estado e que such prática não deve ocorrer em nenhuma circunstância. A posição foi divulgada após as recentes acusações dos EUA contra Raúl Castro.

As autoridades americanas apresentaram acusações de assassinato relacionadas a um ataque de 1996, envolvendo duas aeronaves civis ligadas aos exilados cubano-americanos Irmãos ao Resgate. O caso acendeu temores de uma intervenção mais agressiva contra Cuba.

Segundo o porta-voz do Kremlin, a pressão sobre Cuba não pode ser tolerada e métodos violentos contra ex-chefes de Estado ou chefes de Estado em exercício são inaceitáveis. Da mesma forma, a fala reforça a posição da Rússia de evitar escaladas.

Reação internacional

O português resultado da acusação gerou observações de cautela entre analistas, que apontam para possíveis repercussões diplomáticas e para a atmosfera de tensões entre Washington e Havana. Autoridades cubanas não divulgaram novas informações oficiais neste momento.

A disputa envolve ainda referências anteriores em relação a Venezuela e a figuras associadas a regimes regionalmente controvertidos, além de declarações públicas de autoridades norte-americanas que sinalizam interesse em mudanças políticas na região.

Autoridades americanas não comentaram detalhes adicionais sobre a investigação em Cuba. O tema segue sob monitoramento de órgãos diplomáticos e fontes internacionais.

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