- Os EUA restringiram a entrada de viajantes da República Democrática do Congo, Uganda e Sudão do Sul, com retorno ao país apenas pelo Aeroporto Internacional Washington Dulles (IAD) para triagem reforçada.
- Cidadãos americanos e residentes permanentes legais que estiveram nesses países nos 21 dias anteriores à chegada aos EUA devem retornar via IAD para triagem de saúde pública.
- A triagem de saúde pública reforçada será aplicada pelo CDC e pela Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) no IAD.
- A Embaixada dos EUA em Kampala suspendeu temporariamente serviços de emissão de vistos.
- A Organização Mundial da Saúde declarou emergência de saúde pública de importância internacional; até o momento, são 336 casos suspeitos e 88 mortes, com o vírus Bundibugyo sendo a variante em transmissão, sem tratamentos ou vacinas aprovados.
Os Estados Unidos anunciaram restrições de entrada a viajantes da República Democrática do Congo, Uganda e Sudão do Sul, diante do surto de Ebola na África Central. A medida visa quem esteve nos três países nos 21 dias anteriores à chegada aos EUA. A triagem será intensificada no Aeroporto Internacional Washington Dulles (IAD).
Segundo o comunicado, cidadãos americanos e residentes permanentes legais devem retornar pelo IAD para passar por triagem de saúde pública reforçada. O alerta foi divulgado na última quinta-feira, 21, pelo Departamento de Segurança Interna (DHS). Em Kampala, a embaixada suspendeu serviços de vistos temporariamente.
A Organização Mundial da Saúde declarou, no domingo anterior, emergência de saúde pública de importância internacional relacionada ao Ebola em Congo e Uganda. O surto tem se concentrado na província de Ituri, no Congo, com 336 casos suspeitos e 88 mortes até sábado. Ugandanos registraram dois casos.
A confirmação do vírus Bundibugyo, variante rara sem tratamentos ou vacinas aprovadas, amplia a dificuldade de combate. Embora haja histórico de surtos na região, é a terceira vez que o Bundibugyo é registrado. A OMS e autoridades locais monitoram a evolução para ajustar medidas.
No âmbito dos EUA, o CDC avalia o risco imediato para o público em geral como baixo, mas mantém vigilância. O DHS afirma que a triagem no IAD será aplicada conforme a evolução do surto e novas informações surgirem. O presidente Donald Trump comentou estar preocupado com o cenário.
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