- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que os movimentos de tropas na Europa não são uma punição à Otan.
- Rubio explicou que os Estados Unidos mantêm compromissos globais e que o redesenho do destacamento é um processo contínuo, não uma medida punitiva.
- A declaração foi feita em Helsinborg, na Suécia, antes da reunião de ministros das Relações Exteriores da Otan.
- O comentário faz referência ao anúncio de Donald Trump de enviar 5 mil militares à Polônia, após ter cancelado o envio de 4 mil para o mesmo país.
- O secretário-geral da Otan, Mark Rutte, disse que a rota é fortalecer a Europa e a Otan, buscando depender menos de um único aliado ao longo do tempo; a cúpula da Otan ocorre em Ancara, nos dias 7 e 8 de julho.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que os deslocamentos de tropas americanas na Europa não representam punição à Otan. Segundo ele, os ajustes respondem a compromissos globais e ao redesenho estratégico de destacamentos, não a uma sanção aos aliados.
Rubio fez as declarações ao chegar para uma reunião de ministros das Relações Exteriores da Otan em Helsingborg, na Suécia. O objetivo é discutir a mobilidade das forças americanas na região e a cooperação entre os membros da aliança.
A fala ocorre no contexto de anúncio do presidente Donald Trump, que confirmou o envio de 5 mil militares à Polônia, após ter cancelado anteriormente o envio de 4 mil para o mesmo país. O governo americano também tem reavaliado a presença de tropas na Alemanha.
Para o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, o envio de 5 mil soldados à Polônia foi recebido como um passo para fortalecer a aliança. Ele ressaltou que a união trabalha para tornar a Europa mais forte e reduzir a dependência de um único aliado.
A imprensa americana tem visto a viagem de Rubio à cúpula de Ancara, marcada para 7 e 8 de julho, como parte de uma sequência de ações diplomáticas para tratar de tensões com alguns aliados. Rubio já manteve encontros recentes com o papa e com a primeira-ministra italiana.
As mudanças de localização de tropas surgem em meio a debates sobre a coesão da Otan e a resposta à atuação dos EUA em conflitos regionais. O tema permanecerá na pauta da reunião de ministros, com foco na coordenação e nas responsabilidades entre os membros da aliança.
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