- Tulsi Gabbard anunciou renúncia ao cargo de diretora de inteligência nacional do presidente Donald Trump, alegando que o marido foi diagnosticado com câncer ósseo raro; renúncia entra em vigor em 30 de junho.
- A Casa Branca disse que o afastamento ocorreu para acompanhar o marido; porta-voz Davis Ingle elogiou o trabalho dela, mas fontes dizem que houve pressão para sair após divergências com Trump sobre Irã e outras crises.
- Em carta publicada no X, Gabbard agradeceu pela confiança e pela oportunidade de liderar o Gabinete da Diretoria de Inteligência Nacional no último ano e meio.
- Trump, em postagem no Truth Social, afirmou que o vice-diretor de inteligência nacional, Aaron Lukas, atuará como diretor interino; o presidente também disse que Gabbard fez um ótimo trabalho.
- Fontes afirmam que houve descontentamento na Casa Branca com a gestão de Gabbard nos meses anteriores e que ela não participou de deliberações sobre operações militares, como a estratégia contra o Irã.
Tulsi Gabbard anunciou nesta sexta-feira a renúncia ao cargo de diretora de inteligência nacional dos EUA, no governo de Donald Trump. A dirigente afirmou que deixará o posto em 30 de junho para apoiar o marido, diagnosticado com uma forma rara de câncer ósseo. O anúncio ocorreu durante reunião no Salão Oval, em Washington.
Segundo a Casa Branca, a saída decorre do diagnóstico de Abraham Williams, marido de Gabbard, levando-a a se afastar de funções que demandam tempo intenso. O porta-voz Davis Ingle comunicou a decisão por meio de redes sociais oficiais, destacando que a Dinâmica familiar motivou a escolha.
Fontes próximas ao tema indicam que a decisão pode ter sido influenciada por divergências com o presidente sobre estratégias de segurança, especialmente em relação ao Irã. Em meses anteriores, houve sinalizações de insatisfação da Casa Branca com o desempenho de Gabbard.
Contexto e desdobramentos
Relatos de agências ressaltaram que o vocalista da direção de inteligência não participou de deliberações-chave sobre operações de segurança. Entre as críticas estavam abordagens distintas sobre contenção de ações nucleares do Irã, conforme reportado por veículos de imprensa.
A substituição de Gabbard ficará a cargo do vice-diretor de inteligência nacional, Aaron Lukas, que atuará como diretor interino. A decisão mantém o Gabinete da Diretoria de Inteligência Nacional sob a supervisão de Trump durante o período de transição.
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