- O policial australiano Matthew Cameron Paton, 52 anos, morreu após cair em uma ravina na Trilha Inca, próxima a Machu Picchu, no Peru.
- O corpo foi localizado na quinta-feira, 21 de maio, por equipes da Unidade de Resgate em Alta Montanha de Cusco, cerca de 300 metros abaixo de uma encosta íngreme.
- Paton havia sido dado como desaparecido na quarta-feira, 20 de maio, durante o percurso da trilha.
- Segundo a polícia peruana, a queda ocorreu após a grade de madeira que ele atravessava ceder, possivelmente após tropeço ao passar por uma ponte.
- O militar, que ingressou na Polícia de Victoria em 2009, receberia no próximo mês o cargo de sargento sênior; a família informou que ele viajou ao Peru com a esposa e deixa três filhos. O governo australiano prestará assistência consular.
Um turista australiano morreu após cair em uma ravina durante a trilha que leva a Machu Picchu, no Peru. O corpo de Matthew Cameron Paton, de 52 anos, foi localizado na quinta-feira (21/5) por equipes da Unidade de Resgate em Alta Montanha de Cusco. Paton era policial no estado de Victoria.
A queda ocorreu quando ele atravessava uma área da Trilha Inca, acompanhado de um grupo de turistas e de um guia. Uma grade de madeira teria quebrado, possivelmente levando o homem a perder o equilíbrio e despencar pela encosta íngreme, situada próximo a um trecho conhecido pelo risco.
Circunstâncias da queda
Paton havia chegado a Cusco cerca de 12 dias antes, acompanhado pela esposa. As autoridades trabalham para esclarecer as circunstâncias exatas do incidente, incluindo se havia falha estrutural na grade e se outros fatores contribuíram para o acidente. A ravina mencionada é resultado de erosão pluvial em encosta desprovida de vegetação.
O policial australiano ingressou na polícia de Victoria em 2009 e, segundo a corporação, deveria assumir, no próximo mês, o cargo de sargento sênior. A família descreve o policial como altruísta, com senso de humor marcante e zelo pela convivência entre as pessoas.
O governo da Austrália informou que presta assistência consular à família de Paton. A família afirmou estar devastada pela perda e relembrou que ele sempre quis viajar ao Peru com a esposa, enfatizando o valor que ele dava à família.
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