- Inaugurado em 2000, no município de Loiu, a 12 km do centro de Bilbau, o terminal foi projetado por Santiago Calatrava.
- A estrutura imita a silhueta de uma pomba com as asas abertas, de modo que a forma do pássaro é o próprio terminal.
- A capacidade prevista é superior a cinco milhões de passageiros por ano; em 2024 o tráfego atingiu 6,8 milhões, acima da previsão.
- Em 2011 houve a estreia da área de chegadas fechada e climatizada, com 3.200 m², após obras de retrofit para aumentar o conforto.
- O La Paloma é visto como parte da transformação urbana de Bilbau, associada a outros símbolos arquitetônicos da cidade.
Os moradores de Bilbau chamam o aeroporto de La Paloma, apelido que surgiu pela silhueta de pássaro prestes a levantar voo. Inaugurado em 2000, o terminal foi desenhado por Santiago Calatrava e fica em Loiu, a 12 km do centro da cidade.
O edifício funciona como um único volume coberto por uma cobertura que imita asas abertas. Pórticos de aço formam o perfil arqueado, com vidro nas laterais para iluminação natural. O resultado é um espaço com sensação de movimento e leveza.
Origem e conceito do projeto
Calatrava, nascido em Valência, é conhecido por formas orgânicas que remetem à natureza. A ideia para Bilbau foi transformar a chegada de visitantes em uma experiência de movimento antes do embarque, associando a identidade da cidade a uma arquitetura icônica.
Dados técnicos e evolução
Inaugurado em 2000 no município de Loiu, o terminal tinha capacidade para mais de 5 milhões de passageiros por ano. Em 2024, registrou 6,8 milhões, superando a projeção original. A reforma de 2011 fechou a área de chegadas, ampliou em 3.200 m² e manteve a linguagem do projeto.
Reforma e impacto urbano
A zona de espera original era descoberta e exposta à chuva. A intervenção de 2011 criou uma área climatizada, sem alterar a forma externa. A obra reforçou o papel do aeroporto na transformação urbana do País Basco, ao lado de outras ações como o Guggenheim.
Relação com a identidade da cidade
La Paloma tornou-se símbolo de Bilbau e da regeneração urbana promovida pela arquitetura internacional. A cidade passou a ser referência global de revitalização, com destaque para obras de Gehry, Foster e Calatrava, conectando turismo e investimento.
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