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Chanceler da Ucrânia solicita reação da ONU após ofensiva russa em Kiev

Chanceler ucraniano pede resposta da ONU e reuniões urgentes para enfrentar ofensiva russa em Kiev, que deixou mortos e dezenas de feridos

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  • O chanceler da Ucrânia, Andrii Sybiha, pediu à ONU e a outros organismos internacionais uma resposta após o ataque russo com drones e mísseis contra Kiev, na madrugada, que deixou duas mortes e mais de 80 feridos.
  • Sybiha informou que instruiu as missões diplomáticas do país a acionar mecanismos multilaterais e solicitou reuniões urgentes do Conselho de Segurança da ONU, do Fórum de Cooperação para a Segurança da OSCE e do Conselho Permanente da OSCE.
  • O chanceler afirmou que Vladimir Putin busca intimidar a Ucrânia e o mundo ao atacar civis e destruir edifícios residenciais, museus, escolas e infraestrutura crítica.
  • Ele pediu ações multilaterais resolutas para dissuadir a Rússia e avançar rumo a uma paz abrangente, justa e duradoura.
  • Zelensky disse que o bombardeio destruiu o Museu de Chernobyl e danificou o Museu Nacional de Arte e o prédio da emissora ARD, com contatos mantidos com líderes europeus sobre a resposta; a Rússia informou que a ação foi retaliação a ataques ucranianos em território russo.

O chanceler da Ucrânia, Andrii Sybiha, pediu neste domingo uma resposta da ONU e de outros organismos internacionais após o ataque russo a Kiev, com drones e mísseis. Houve mortes e feridos entre civis, conforme as autoridades ucranianas.

Sybiha informou que as missões diplomáticas do país foram instruídas a acionar mecanismos multilaterais e que haveria reuniões urgentes do Conselho de Segurança da ONU, da OSCE e do Conselho Permanente da OSCE. A ideia é obter uma resposta firme frente ao ataque.

Segundo o chanceler, a comunidade internacional deve agir para dissuadir a Rússia, destacando que o objetivo do agressor é compensar avanços militares com terror contra civis. O texto ressalta que Putin tenta intimidar a Ucrânia ao atingir civis e infraestrutura.

A ofensiva, que utilizou o míssil balístico hipersônico Oreshnik, atingiu prédios residenciais, escolas e um mercado histórico de Kiev. Países aliados foram informados sobre os desdobramentos e a necessidade de coordenação de medidas.

Pelo lado ucraniano, o presidente Volodymyr Zelensky informou que o bombardeio destruiu o Museu de Chernobyl e danificou o Museo Nacional de Arte, além de comprometer o prédio da emissora ARD. Contatos com líderes europeus foram mantidos ao longo do dia para discutir a resposta.

A Rússia qualificou a ação como retaliação a ataques ucranianos contra instalações civis em território russo. Na sexta-feira, Putin pediu ao Exército propostas de resposta após um novo ataque de drones em Starobilsk, que deixou dezenas de mortos, segundo Moscou.

Contexto internacional

Na sequência dos acontecimentos, fontes internacionais apontam para uma intensificação das tensões na região. Organismos multilaterais discutem medidas para evitar escaladas e proteger civis, mantendo o foco na busca por uma solução pacífica.

Perspectivas e próximos passos

Observadores destacam que a resposta multilateral pode incluir sanções, ações diplomáticas rápidas e monitoramento de violações do direito humanitário, sem antecipar desfechos. Kiev sinaliza continuidade de consultas com aliados.

Este conteúdo foi revisado por nossa equipe editorial.

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