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Míssil hipersônico russo empregado na ofensiva contra a Ucrânia

Rússia ataca Kiev com míssil hipersônico Oreshnik; é o terceiro uso, com capacidade de várias ogivas, gerando críticas de líderes europeus

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, durante coletiva anual de fim de ano. 19/12/2024
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  • Rússia utilizou o míssil hipersônico Oreshnik contra Kiev no fim de semana, sendo o terceiro emprego do equipamento no conflito.
  • O missil tem alcance intermediário, capacidade nuclear e pode lançar múltiplas ogivas separadas a partir do míssil principal.
  • O primeiro uso conhecido ocorreu em Dnipro, em 2024; houve novo emprego em janeiro deste ano.
  • Vladimir Putin afirmou que o Oreshnik é moderno e não uma atualização de um antigo sistema soviético.
  • Líderes europeus criticaram a ação: Emmanuel Macron chamou de escalada e Friedrich Merz classificou como escalada irresponsável.

O governo russo afirmou ter empregado o míssil hipersônico Oreshnik em um ataque contra Kiev, a capital da Ucrânia, no último sábado. O lançamento ocorreu em meio ao conflito entre Rússia e Ucrânia, gerando nova escalada regional.

Esse foi o terceiro uso conhecido do Oreshnik no conflito. O projétil tem alcance intermediário e capacidade nuclear, o que alimenta debates sobre possíveis alvos além da Ucrânia. Diferencia-se pela capacidade de lançar várias ogivas separadas.

Oreshnik é apresentado pela Rússia como equipamento moderno e de última geração, não apenas uma atualização de sistemas soviéticos. O primeiro ataque com o míssil ocorreu em Dnipro, em 2024, e houve outra operação em janeiro deste ano.

Desempenho e características

Segundo fontes oficiais, o míssil permite lançamentos múltiplos de ogivas a partir do mesmo veículo, o que amplia o potencial de dano.

Reações internacionais

Líderes europeus criticaram a ofensiva. O presidente francês, Emmanuel Macron, considerou a ação uma escalada do conflito, enquanto o chanceler alemão, Friedrich Merz, chamou de irresponsável o uso do armamento.

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