- Rússia utilizou o míssil hipersônico Oreshnik contra Kiev no fim de semana, sendo o terceiro emprego do equipamento no conflito.
- O missil tem alcance intermediário, capacidade nuclear e pode lançar múltiplas ogivas separadas a partir do míssil principal.
- O primeiro uso conhecido ocorreu em Dnipro, em 2024; houve novo emprego em janeiro deste ano.
- Vladimir Putin afirmou que o Oreshnik é moderno e não uma atualização de um antigo sistema soviético.
- Líderes europeus criticaram a ação: Emmanuel Macron chamou de escalada e Friedrich Merz classificou como escalada irresponsável.
O governo russo afirmou ter empregado o míssil hipersônico Oreshnik em um ataque contra Kiev, a capital da Ucrânia, no último sábado. O lançamento ocorreu em meio ao conflito entre Rússia e Ucrânia, gerando nova escalada regional.
Esse foi o terceiro uso conhecido do Oreshnik no conflito. O projétil tem alcance intermediário e capacidade nuclear, o que alimenta debates sobre possíveis alvos além da Ucrânia. Diferencia-se pela capacidade de lançar várias ogivas separadas.
Oreshnik é apresentado pela Rússia como equipamento moderno e de última geração, não apenas uma atualização de sistemas soviéticos. O primeiro ataque com o míssil ocorreu em Dnipro, em 2024, e houve outra operação em janeiro deste ano.
Desempenho e características
Segundo fontes oficiais, o míssil permite lançamentos múltiplos de ogivas a partir do mesmo veículo, o que amplia o potencial de dano.
Reações internacionais
Líderes europeus criticaram a ofensiva. O presidente francês, Emmanuel Macron, considerou a ação uma escalada do conflito, enquanto o chanceler alemão, Friedrich Merz, chamou de irresponsável o uso do armamento.
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