- Trump tem adotado o mesmo roteiro usado antes da captura de Nicolás Maduro, aumentando a pressão contra Cuba.
- A administração dos EUA afirma que a crise na ilha não é causada pelo embargo, e o chefe da diplomacia, Marco Rubio, acusa autoridades cubanas de enriquecer às custas da população.
- O presidente já sinalizou que qualquer ação contra Cuba ocorreria somente após o fim da guerra contra o Irã.
- Nos últimos meses, Trump intensificou as medidas contra autoridades locais de Cuba, ampliando a pressão financeira e diplomática.
- A crise cubana se agrava pela suspensão do abastecimento de petróleo venezuelano, bloqueado após a queda de Maduro, com ameaça de tarifas a países fornecedores e apenas breve semestre de alívio com um navio petroleiro russo.
O governo dos EUA, sob a gestão de Donald Trump, intensificou a pressão sobre Cuba, repetindo o conjunto de ações que, no passado, esteve ligado à captura de Nicolás Maduro na Venezuela. A ofensiva envolve medidas econômicas, retórica agressiva e sinalização de intervenção.
Nos últimos meses, Trump tem sinalizado a possibilidade de tomar o controle da ilha, conforme relatos oficiais. A escalada ocorre mesmo com a situação interna cubana já marcada por restrições econômicas e oscilações de abastecimento.
O Itamar, não é correto, vamos manter foco. (Ignore this line)
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