- A Rede de Centros de Pensamento das Américas se reúne no Rio de Janeiro para fortalecer a integração e o desenvolvimento da região.
- O encontro ocorre em meio à disputa pela hegemonia entre os Estados Unidos e a China.
- O ex-ministro da Fazenda do Chile e presidente pro tempore da CEPAS, Felipe Larraín, afirmou que países da América Latina não devem escolher entre EUA e China.
- Segundo ele, as relações com cada potência devem ser abertas e leais, com relevância variando conforme a posição geográfica de cada país.
- A visão compartilhada é de buscar cooperação com as duas potências, sem alinhamento exclusivo.
O ex-ministro da Fazenda do Chile e presidente pro tempore da Rede de Centros de Pensamento das Américas, Felipe Larraín, afirmou que a América Latina não deve escolher entre EUA e China. Em vez disso, os países da região devem manter relações abertas e leais com ambas as potências, conforme discurso durante a reunião da CEPAS no Rio de Janeiro. A ideia é acompanhar as mudanças geopolíticas sem perder autonomia.
Segundo Larraín, a relevância de cada poder varia conforme a posição geográfica de cada país na região. A avaliação foi apresentada em meio a debates sobre a competição entre Washington e Pequim pela influência econômica, tecnológica e estratégica na América Latina. A CEPAS busca fortalecer integração e desenvolvimento regional por meio de diálogo entre centros de pensamento.
Contexto da reunião
Participaram representantes de instituições associadas à CEPAS, que se reúnem para debater cenários de desenvolvimento, comércio e cooperação entre os países da região. O objetivo é oferecer insumos para políticas públicas que impulsionem crescimento sem dependência exclusiva de uma única potência.
Objetivos da CEPAS e ajuste regional
A rede enfatiza estratégias que promovam diversificação de parcerias, investimentos e cooperação tecnológica. A atuação busca criar vínculos estáveis com EUA e China, ao mesmo tempo em que reforça a capacidade regional de decisão e negociação.
Repercussões para a região
Analistas apontam que a postura de manter relações equilibradas pode favorecer acordos comerciais, transferências de tecnologia e cooperação em infraestrutura. O debate aborda riscos de dependência e a necessidade de fortalecer capacidades locais para barganhar com potências globais.
Entre na conversa da comunidade