- Dois estudantes brasileiros do primeiro semestre de medicina no Paraguai foram presos em Foz do Iguaçu, ao tentar entrar no Brasil com 800 ampolas de medicamentos emagrecedores.
- A apreensão ocorreu na Aduana da Ponte Internacional da Amizade; foram encontradas 200 caixas avaliadas em cerca de R$ 150 mil.
- Os comprimidos estavam presos ao corpo de um dos suspeitos e, em outra embalagem, dentro de um casaco guardado em uma bolsa; cada caixa continha quatro ampolas.
- Os suspeitos — um homem e uma mulher, naturais de Manaus — disseram que entregariam os produtos a um homem que os aguardava no estacionamento de um supermercado às margens da BR-277.
- Eles foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal de Foz do Iguaçu para responder pelo crime de contrabando; o motorista do táxi foi liberado.
Dois estudantes brasileiros do primeiro semestre de medicina no Paraguai foram presos ao tentar retornar ao Brasil com 800 ampolas de medicamentos emagrecedores escondidas no corpo. A abordagem ocorreu na manhã desta quarta-feira, em Foz do Iguaçu (PR), durante fiscalização da Receita Federal na Aduana da Ponte Internacional da Amizade.
A operação resultou na apreensão de 200 caixas, avaliadas em cerca de R$ 150 mil. Segundo a Receita Federal, os jovens são naturais de Manaus (AM) e estavam acompanhados por uma mulher; a identidade deles não foi divulgada.
Eles estavam em um táxi paraguaio quando os agentes realizaram a revista. Parte dos produtos foi encontrada presa ao corpo de um dos suspeitos, enquanto a outra parte estava dentro de um casaco guardado na bolsa de uma das suspeitas. Cada caixa continha quatro ampolas.
Em depoimento, os estudantes disseram aos agentes que entregariam os produtos a um homem que os aguardava no estacionamento de um supermercado às margens da BR-277. Os suspeitos foram conduzidos à Delegacia da Polícia Federal de Foz do Iguaçu, para responder pelo crime de contrabando; o motorista do táxi foi ouvido e liberado.
Prisão e encaminhamentos
A autoridade policial informou que a investigação continua para esclarecer a origem e o destino das mercadorias, bem como a identidade do possível destinatário. As autoridades não detalharam outras eventuais pessoas envolvidas no esquema.
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