Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ataque russo com míssil hipersônico redefine percepção global sobre a guerra

Ataque russo com míssil hipersônico, a maior ofensiva em Kiev, reequilibra o conflito ao sinalizar recuo europeu no apoio à Ucrânia e demonstrar poder destrutivo

As ruas de Kiev, reduzidas a detritos ou chamas, encaram os efeitos devastadores do míssil Oreshnik, lançado pela Rússia.
0:00
Carregando...
0:00
  • A Rússia atacou Kiev no domingo com míssil hipersônico Oreshnik, sendo a maior investida contra a capital desde o início do conflito; no total, foram lançados 90 mísseis e 600 drones.
  • A cidade registrou oito mortos e centenas de feridos; o ataque também ocorreu após retaliação a uma ocupação anterior que deixou um dormitório estudantil com 21 vítimas.
  • O Míssil Oreshnik é apresentado pela Rússia como impossível de interceptação, com poder destrutivo próximo ao de armas nucleares.
  • Segundo o professor Leonardo Trevisan, o ataque serve como recado aos europeus para conter o apoio à Ucrânia, deixando claro o alcance de Moscou.
  • Analistas veem o episódio como um reequilíbrio entre as posições na guerra, sinalizando a possibilidade de mudanças no curso do conflito e na percepção internacional.

A Rússia realizou, no domingo, um ataque com míssil hipersônico contra Kiev, a capital ucraniana, marcando a maior ofensiva contra a cidade desde o início do conflito. O ataque envolveu o disparo de 90 mísseis e 600 drones, deixando oito mortos e centenas de feridos, segundo autoridades locais. O lançamento incluiu o míssil balístico hipersônico Oreshnik, afirmam relatos.

Analistas destacam que o ataque vistosamente demonstra o alcance das capacidades militares russas e serve como resposta a ações recentes na região. Testemunhas locais descrevem a devastação causada pelo artefato, que elevou o nível de destruição na área atingida.

Especialistas em relações internacionais dizem que a operação funciona como recado para a comunidade internacional, especialmente para países europeus, em relação ao ritmo do apoio à Ucrânia. A ofensiva reduz a percepção de avanços ucranianos no terreno e evidencia o custo de cada etapa do conflito.

Para o professor Leonardo Trevisan, da ESPM, o ataque revela o tipo de arma disponível e o potencial de destruição, contribuindo para o reequilíbrio entre as posições das forças envolvidas. Trevisan aponta que a ofensiva pode influenciar decisões de apoio internacional e negociações futuras.

Trevisan também observa que Putin pode não aceitar acordos que não resultem na derrota do adversário ou na entrega de grande parte dos territórios controlados pela Rússia. A análise sugere que o episódio intensifica a pressão sobre países que fornecem suporte à Ucrânia.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais