- Em Xangai, o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, apresentou à China Eastern a ideia de criar uma rota comercial entre Brasil e China.
- A proposta envolve ações de promoção do Brasil nas plataformas da China Eastern e a exibição de filmes nacionais a bordo.
- O movimento ocorre após a adoção da isenção de visto para turistas chineses, medida que visa estimular o fluxo de visitantes.
- Feliciano afirmou que a possível rota China-Brasil pode aproximar os dois países e impulsionar turismo e negócios.
- Entre janeiro e abril de 2026, o Brasil recebeu 39.880 turistas chineses, alta de 33,6% frente ao mesmo período de 2025, que registrou 29.840 visitantes.
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, reuniu-se em Xangai com a China Eastern para discutir a aproximação entre Brasil e China na aviação. A pauta inclui ações de promoção do Brasil nas plataformas da companhia.
Em encontro realizado na segunda-feira, 25, na China, Feliciano apresentou a ideia de fortalecer o turismo por meio de atividades conjuntas, como a exibição de filmes nacionais a bordo and ações de promoção do país.
A China Eastern, uma das três maiores aéreas estatais da China, com frota superior a 800 aeronaves, é alvo de propostas de cooperação para ampliar ligações entre os dois mercados, fortalecendo turismo e negócios.
Avanço estratégico
A iniciativa acontece após o governo brasileiro isentar vistos para turistas chineses, medida para estimular o fluxo de viajantes entre os dois países e facilitar negociações de cooperação.
Entre janeiro e abril de 2026, o Brasil recebeu 39 880 turistas chineses, alta de 33,6% em relação ao mesmo período de 2025, quando chegaram 29 840 visitas. O aumento sustenta o interesse em novas rotas comerciais.
Expectativas e próximos passos
A autoridades brasileiras avaliam que a criação de uma rota China-Brasil, caso avançada, pode reduzir distâncias entre os mercados e ampliar o fluxo de viajantes e negócios, fortalecendo o turismo.
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