- Sete pessoas estão presas em uma caverna inundada na província de Xaisomboun, no Laos, desde 19 de maio.
- Imagens divulgadas pelo grupo Thailand Rescue Diver mostram a complexidade do resgate, com acessos estreitos e água alta dificultando a operação.
- Mergulhadores tailandeses chegaram ao Laos no domingo para ajudar no resgate; são os mesmos que atuaram no resgate do time de futebol infantil em 2018.
- Dentro da caverna, os túneis são muito estreitos, o mergulho exige deitar e rastejar; o fundo tem cerca de cinco metros de profundidade e há pouco ar disponível.
- A inundação repentina, provocada pela chuva, bloqueou a saída do grupo que procurava ouro na câmara.
O resgate de sete pessoas que seguem presas em uma caverna inundada no centro do Laos ganhou envolvimento internacional. Mergulhadores tailandeses, responsáveis pelo resgate de 2018 na Tailândia, chegaram ao Laos no domingo, 24 de maio, para auxiliar nas operações. A ação ocorre na província de Xaisomboun.
Segundo especialistas em mergulho de cavernas, a passagem dentro da caverna é estreita e o ambiente é extremamente desafiador. O grupo local descreve túneis com passagem exigente, deitados e arrastando-se, com o fundo da galeria a cerca de 5 metros de profundidade.
Imagens divulgadas pelo Thailand Rescue Diver mostram a lama e a dificuldade de acesso no interior, onde a respiração depende de fornecimento adequado de oxigênio. As equipes ressaltam que a operação envolve corrida contra o tempo e a força da água.
O grupo de sete pessoas entrou na caverna no dia 19 de maio, na província mencionada, enquanto buscava ouro na câmara. Uma forte chuva provocou inundação repentina, bloqueando a saída e deixando as pessoas presas, segundo a mídia estatal do país.
Desdobramentos da operação
Pond Chakrakrit Tangtang, um dos mergulhadores presentes, afirmou que o local é de difícil acesso e que as condições exigem planejamento cuidadoso. Mikko Pietari Paasi e Noraset Palasingh, especialistas envolvidos, destacaram a necessidade de manter calma e precisão durante as manobras.
A equipe tailandesa retorna ao local para dar continuidade aos trabalhos, que devem seguir enquanto as autoridades monitoram o nível da água e a estabilidade das passagens. A situação permanece sem perspectivas de término imediato.
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