- Incidente de segurança próximo à Casa Branca é usado por Donald Trump para pressionar pela continuidade das reformas, incluindo um salão de festas.
- O projeto prevê um salão de festas avaliado em US$ 400 milhões, com a construção de um bunker de segurança logo abaixo dele.
- O ataque ocorreu no sábado (23), quando um homem abriu fogo contra agentes do Serviço Secreto na esquina da Avenida Pensilvânia com a 17ª Rua; o agressor foi morto.
- Para a obra, a ala leste da Casa Branca foi demolida, o que gerou contestação de associações de proteção do patrimônio histórico sobre a legalidade do processo.
- O bunker original, conhecido como PEOC, foi demolido junto com a ala leste; o projeto atual prevê que o salão funcione como estrutura blindada para proteger o bunker a ser construído abaixo dele.
A Casa Branca viveu mais um episódio de tensão quando um homem abriu fogo em um posto de controle na esquina da Avenida Pensilvânia com a 17th Street, próximo ao complexo. O ataque ocorreu no sábado, enquanto o presidente Donald Trump estava no local. Agentes do Serviço Secreto responderam de imediato e baleado o suspeito, que não sobreviveu.
O episódio ocorre em meio a um debate sobre reformas na residência oficial. O governo defende que as obras são necessárias para ampliar a segurança, especialmente após o incidente. A reforma prevê a construção de um salão de festas avaliado em US$ 400 milhões, sob o qual seria erguidos um novo bunker e estruturas de proteção.
Obra polêmica e resistência judicial
A reforma envolve a demolição de parte da ala leste, que abrigava escritórios, incluindo os da primeira-dama. Entidades de proteção ao patrimônio questionam a legalidade do processo, alegando ausência de consultas formais antes das demolições.
Apesar da contestação, a Casa Branca sustenta que a conclusão das obras é essencial para segurança. O bunker original, conhecido como PEOC, foi demolido junto com a ala leste durante o início das obras. A secretaria de Segurança Nacional avaliou a necessidade de atualizar estruturas frente a ameaças modernas, como drones.
Situação atual e perspectivas
Com a demolição, não há bunker operacional na Casa Branca. Em caso de emergência, a evacuação ocorreria por meio de helicóptero ou pelo avião presidencial. O projeto prevê que o salão de festas funcione como uma estrutura blindada, com o bunker sendo instalado abaixo dele.
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