- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que as negociações com o Irã estão avançando muito bem e ameaçou retomar conflito caso não haja acordo.
- Trump afirmou que haverá “grande acordo para todos” ou nenhum acordo, com possibilidade de retaliação militar caso o diálogo fracasse.
- O Irã indicou avanços em várias questões, mas afirmou que ainda está longe de assinar qualquer acordo.
- Trump afirmou ter pedido aos líderes do Oriente Médio, durante uma reunião no fim de semana, que todos assinem os Acordos de Abraão para normalizar relações com Israel.
- Ele citou países como Arábia Saudita, Catar, Paquistão, Turquia, Jordânia e Egito como parte de quem deveria aderir aos Acordos de Abraão, admitindo exceções para quem não tiver interesse.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as negociações com o Irã estão avançando muito bem. Ele disse, em rede social, que poderá haver um grande acordo para todos ou nenhum acordo, com risco de retaliação caso falte consenso.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã comunicou que houve avanços em várias questões, mas ainda não há assinatura de um acordo. Segundo ele, as conversas seguem distantes de um entendimento final.
Trump também informou que, durante encontro com líderes do Oriente Médio, pediu que todos assinem os Acordos de Abraão, visando normalizar relações com Israel. Ele ressaltou que o ideal é que os signatários atuem em conjunto.
Contexto: Acordos de Abraão e participação regional
O ex-presidente mencionou que, entre os signatários originais, EUA, Emirados Árabes Unidos e Bahrein já haviam avançado no acordo, com adesões posteriores de Sudão, Marrocos e Cazaquistão. Países citados pelo republicano incluem Arábia Saudita, Catar, Paquistão, Turquia, Jordânia e Egito.
Segundo Trump, a maioria dos países da região deveria estar pronta para transformar o acordo com o Irã em um marco histórico. Ele afirmou que alguns podem ter motivos para não aderir, mas a adesão em massa é desejada.
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