- Novos ataques dos Estados Unidos a Irã geram dúvidas sobre avanços nas negociações de paz; o Brent subiu 2% hoje, após cair 5% ontem, acima de 98 dólares.
- Os mercados globais continuam em alerta: Hong Kong abriu em alta com o impulso da indústria de chips; ações chinesas recuaram por ajuste do setor de tecnologia; futuros dos EUA subiram e o EuroStoxx aponta abertura levemente negativa.
- Ações militares ocorrem mesmo com sinais de progresso nas negociações para reabrir o estreito de Ormuz e ampliar o cessar‑fogo; autoridades iranianas warning de retaliação em caso de novos ataques.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia afirmado que as conversas com Irã vinham bem e que o país entregaria reservas de urânio enriquecido; o estado das negociações ficou incerto após os ataques.
- A influência sobre o petróleo reforça a preocupação com inflação, fortalecendo o dólar.
O petróleo operou em alta após novos ataques dos EUA a Irã, enquanto surgem dúvidas sobre o avanço das negociações de paz. O Brent voltou a subir, após cair 5% no pregão anterior, e avançou cerca de 2%. A divulgação reforça a volatilidade nos mercados.
A movimentação ocorreu em meio a relatos de que as ações militares foram executadas em legítima defesa, segundo autoridades americanas. Entidades do setor indicam que o mercado acompanha os desdobramentos diplomáticos com cautela.
Investidores seguem atentos ao impacto inflacionário da escalada e ao fortalecimento do dólar. Analistas ressaltam que qualquer deterioração nas negociações pode manter a volatilidade no preço do petróleo nas próximas sessões.
Pelo lado econômico, Hong Kong abriu em alta, impulsionada por ganhos no segmento de fabricação de chips, enquanto a China registra queda em ações de tecnologia. Nos EUA, futuros apontam para alta, e a Europa tende a abrir em baixa moderada.
Funcionários dos EUA destacaram avanços recentes nas conversas com Irã, com expectativa de um acordo marco para reabrir o estreito de Ormuz e ampliar o cessar-fogo. O Irã condiciona retaliações a ataques contra suas forças.
Antes dos ataques, Trump indicou que as negociações estavam em bom caminho e citou a possível entrega de reservas de urânio enriquecido. O cenário, porém, permanece incerto diante dos novos acontecimentos.
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