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Chefe do PCC é preso na Bolívia após 6 anos foragido

Gerson Palermo, chefe do PCC, é preso na Bolívia após fugir em 2020; condenado a 126 anos, em operação conjunta da Polícia Federal e forças bolivianas

Imagem colorida de Gerson Palermo
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  • O traficante Gerson Palermo, apontado como chefe do PCC, foi preso na Bolívia nesta terça-feira (26/5) pela operação conjunta da Polícia Federal brasileira e a Força Especial de Combate ao Narcotráfico boliviana.
  • Palermo estava foragido desde 2020, após receber habeas corpus e fugir do país cinco horas após a decisão.
  • Ele havia sido condenado a cento e vinte e seis anos de prisão.
  • A prisão ocorreu após ele constar na lista dos mais procurados do Brasil.
  • O desembargador Divoncir Maran, que concedeu o benefício durante a pandemia, foi punido pelo CNJ com aposentadoria compulsória em fevereiro deste ano.

Na terça-feira (26/5), a Polícia Federal brasileira, em parceria com a Força Especial de Combate ao Narcotráfico da Bolívia, prendeu Gerson Palermo no território boliviano. Palermo é apontado como um dos chefes do PCC e estava foragido há seis anos.

Condenado a quase 126 anos de prisão, Palermo fugiu cinco horas após ter habeas corpus concedido em Mato Grosso do Sul, em abril de 2020, durante o estágio de pandemia. A defesa alegou quadro de saúde debilitado.

A operação envolveu cooperação entre autoridades dos dois países; o criminoso integrava a lista dos mais procurados do Brasil. A prisão visa cumprir a sentença e cumprir mandados vinculados ao caso.

O desembargador Divoncir Maran, que autorizou o benefício no período da Covid-19, foi punido pelo CNJ em fevereiro com aposentadoria compulsória, penalidade máxima para magistrados.

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