- A Administração de Aviação Civil da China adiou, nos últimos meses, a aprovação final que permite que jatos da Airbus entrem no país e sejam colocados em serviço.
- O atraso impede a entrada de aeronaves da Airbus no mercado chinês enquanto a decisão não é tomada.
- A medida é interpretada como sinal de impaciência com o tempo que os reguladores europeus levam para certificar aeronaves de origem chinesa.
- A informação é de pessoas familiarizadas com o assunto, conforme reportagem de Danny Lee, da Bloomberg.
- A decisão ressalta tensões regulatórias e comerciais entre China, Europa e fabricantes aeronáuticos.
A Administração de Aviação Civil da China (CAAC) tem atrasado as aprovações finais que permitem a entrada de jatos da Airbus no país e o início de operações. A demora ocorre há vários meses, segundo pessoas familiarizadas com o assunto. O movimento indica insatisfação com o tempo que reguladores europeus levam para certificar aeronaves de origem chinesa.
A recente morosidade envolve principalmente o plano de entregas da Airbus, com a CAAC parando os passos finais de homologação. A medida afeta a programação de voos e possíveis reforços de frota no mercado chinês. A empresa europeia busca entender os próximos passos junto às autoridades chinesas.
Entre os envolvidos, destacam-se a CAAC, a Airbus e reguladores europeus responsáveis pela certificação de aeronaves chinesas. A comunicação entre as partes ainda não detalha prazos específicos para a resolução das aprovações pendentes.
A decisão opera no contexto de tensões regulatórias entre a China e a Europa, que já influenciam fluxos de aeronaves comerciais. Analistas apontam que a solução depende de acordos sobre certificação mútua e de critérios de homologação em vigor.
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