- Ibovespa caiu 0,69%, fechando aos 176.589 pontos, após novo ataque de EUA e Israel ao Irã.
- Dólar comercial subiu 0,18%, chegando a R$ 5,027.
- Preço do petróleo Brent subiu 3,73%, para US$ 99,73 por barril.
- Os ataques ocorreram horas após o presidente dos EUA, Donald Trump, dizer que as negociações estavam progredindo bem.
- O ataque atingiu embarcações iranianas no Estreito de Ormuz e outros alvos ao sul da Ilha Larak, conforme Nour News.
O Ibovespa caiu nesta terça-feira, 26, devolvendo parte dos ganhos da véspera e fechando em 176.589 pontos, com queda de 0,69%. O recuo ocorreu após novos ataques de EUA e Israel contra o Irã e no contexto de tensões na região.
A ofensiva ocorreu horas após o presidente americano Donald Trump sugerir que as negociações de paz estavam progredindo. A operação militar atingiu embarcações iranianas no Estreito de Ormuz e outros alvos ao sul da Ilha Larak, segundo a agência Nour News.
O avanço das ações no exterior ficou comprometido pela escalada, mas investidores acompanharam o desenrolar da crise com foco em combustível, petróleo e câmbio. O Brent subiu 3,73%, para US$ 99,73 o barril, após recuo anterior.
O dólar comercial avançou 0,18% frente ao real, cotado a R$ 5,027. Na semana, o petróleo e a moeda da vez mostraram volatilidade diante do acirramento entre EUA, Israel e Irã.
Nos EUA, os principais índices abriram com leitura positiva, sustentados pela expectativa de acordo de paz. O Dow Jones ficou estável, enquanto S&P 500 avançou 0,61% e Nasdaq 100 subiu 1,19%, diante de esperanças de trégua.
Analistas ressaltam que, mesmo com retórica agressiva, há sinais de que as partes buscam evitar nova escalada militar. Segundo o estrategista do Mizuho Bank, os EUA não desejam retomar ações militares amplas.
Os impactos sobre o equilíbrio regional permanecem em avaliação, com a hidrovia do Estreito de Ormuz, crucial para o petróleo, ainda sob pressão e com operações militares limitadas no momento.
Perspectiva do mercado e impacto no Brasil
O recuo do Ibovespa reflete a sensibilidade frente a notícias de geopolítica, impactos no petróleo e fluxo de capitais. A volatilidade deve persistir enquanto prevalecer a incerteza sobre a evolução da crise.
Com informações da Bloomberg News, a reportagem acompanha o desdobramento dos ataques e as declarações dos agentes envolvidos, destacando a relação entre tensão regional e indicadores globais.
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