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Marco Rubio afirma que acordo EUA-Irã pode levar alguns dias

Negociações entre Estados Unidos e Irã podem levar dias por divergências na redação, em meio a ataques no Estreito de Ormuz

Imagem colorida do Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio
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  • Marco Rubio afirmou que o acordo entre Estados Unidos e Irã pode levar alguns dias para ser fechado, devido a divergências, inclusive sobre uma palavra ou frase do documento.
  • No dia 25 de maio, o Comando Central dos EUA realizou ataques de autodefesa contra instalações de lançamento de mísseis e embarcações iranianas no Estreito de Ormuz, em meio a um cessar-fogo.
  • Rubio destacou que acredita ser possível chegar a um acordo e que o Estreito de Ormuz precisa permanecer aberto; houve conversas em andamento no Catar.
  • O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ter avançado nas negociações com o Irã e pediu que demais países assinem os Acordos de Abraão.
  • Trump sugeriu que, se o Irã aceitar o acordo, deve ser incluído na coalizão mundial ao lado de Israel.

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o acordo com o Irã pode levar alguns dias para ser fechado devido a divergências entre as partes. A declaração ocorreu nesta terça-feira (26/5) durante viagem à Índia.

Rubio indicou que ainda há diferenças, inclusive em relação à redação de termos do documento, e que as negociações devem seguir para tentar avançar. Ele ressaltou a necessidade de manter o Estreito de Ormuz aberto.

Nessa semana, o Comando Central dos EUA relatou ataques de autodefesa contra instalações de lançamento de mísseis e embarcações iranianas no Estreito de Ormuz, em meio a um cessar-fogo entre as partes. As ações destacaram a complexidade do contexto regional.

Ainda na terça-feira, o presidente Donald Trump disse ter avançado nas negociações com o Irã. Em postagens na Truth Social, Trump pediu que todos os países assinem os Acordos de Abraão e mencionou a possibilidade de incluir o Irã na coalizão global que envolve Israel.

O movimento ocorre em meio a negociações vagas sobre um acordo nuclear entre EUA e Irã, com tentativas de reduzir tensões na região. Especialistas apontam que a linguagem do documento inicial tem sido um ponto sensível nas conversas.

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