- Em Manipur, no Nordeste da Índia, três pastores foram mortos em uma emboscada enquanto voltavam de um encontro de igrejas no distrito de Kangpokpi.
- Eles estavam retornando da primeira assembleia de uma convenção recém-formada em Churachandpur, com delegados e corais de várias associações cristãs.
- O trajeto, que normalmente dura quatro horas, teve duração ampliada para até doze horas devido a bloqueios e desvios causados por conflitos etnorreligiosos.
- O segundo veículo que seguia atrás também foi atacado; cinco pastores ficaram feridos e o motorista ficou gravemente ferido.
- Autoridades relacionam o ataque a um grupo insurgente que controla a região; segundo um parceiro local, os veículos tinham identificação de uso religioso, o que não impediu o ataque.
Pelo menos três pastores foram mortos em uma emboscada enquanto retornavam de um encontro de igrejas no estado de Manipur, no Nordeste da Índia. Os disparos ocorreram em uma estrada no distrito de Kangpokpi, quando os veículos em que viajavam foram atacados por homens armados.
De acordo com parceiros locais da ONG Portas Abertas e veículos de imprensa regional, as vítimas estavam em dois carros que seguiam juntos. O ataque aconteceu após a conclusão da primeira assembleia de uma convenção recém-formada, realizada em Churachandpur, com participação de delegados e corais de várias associações cristãs da região.
Antes do ataque, o trajeto de retorno normalmente duraria cerca de quatro horas, mas, desde uma onda de violência que afeta a região há três anos, o trajeto tem durado até 12 horas devido a bloqueios e desvios provocados por conflitos etnorreligiosos.
Segundo o Portas Abertas, três líderes cristãos no primeiro veículo morreram no local, e o motorista ficou gravemente ferido. Um segundo veículo, que vinha logo atrás, também foi atacado, resultando em cinco pastores feridos.
As autoridades indianas indicaram que a ação foi vinculada a um grupo insurgente que controla a região. Não há, até o momento, confirmação oficial sobre o motivo do ataque nem sobre a identidade dos autores.
Um parceiro local da ONG informou que os carros usados tinham identificação clara de uso religioso, o que não impediu o ataque. As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias e a autoria do atentado.
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