- A Polícia Federal prendeu na Bolívia Gerson Palermo, apontado como um dos líderes do PCC e foragido desde 2020.
- Palermo foi condenado a 126 anos de prisão por tráfico de drogas e deixou o presídio de segurança máxima em Campo Grande (MS) em 2020, após decisão do desembargador Divoncir Schreiner Maran.
- A defesa afirmou que não vai se manifestar.
- A prisão ocorreu em operação conjunta da Polícia Federal brasileira com a Força Especial de Luta contra o Narcotráfico da polícia boliviana, após troca de informações entre os dois países.
- Palermo já era alvo de prioridade das forças brasileiras e também foi condenado por sequestro de um Boeing 737 da Vasp em 2000, envolvendo desvio de rota e roubo de malotes.
A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira na Bolívia Gerson Palermo, apontado como um dos principais líderes do PCC e foragido desde 2020. Ele foi localizado e detido em operação conjunta com a Força Especial de Luta contra o Narcotráfico da Polícia Boliviana.
Palermo já cumpria condenação de 126 anos de prisão por tráfico de drogas. Em 2020, deixou o presídio de segurança máxima de Campo Grande, MS, após decisão rápida de um desembargador, e rompeu a tornozeleira horas depois, tornando-se alvo de buscas.
A ação foi resultado de troca de informações entre as autoridades brasileiras e bolivianas. O suspeito era considerado alvo prioritário pelas forças de segurança do Brasil. Palermo é associado à logística de remessa de cocaína em aviões da Bolívia para o Mato Grosso do Sul.
Entre os crimes atribuídos ao suspeito está o sequestro de um Boeing 737-200 da Vasp, ocorrido em agosto de 2000. O golpe resultou em desvio de rota para Porecatu, no Paraná, quando malotes com dinheiro foram roubados; Palermo foi preso duas semanas depois em São Paulo, com parte do dinheiro recuperado.
A defesa de Palermo não se manifestou até o momento. A PF informou que a prisão segue os protocolos legais e que novas informações serão divulgadas conforme avanços das investigações.
Entre na conversa da comunidade