- Nesta terça-feira, 26 de maio de 2026, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que a guerra na Ucrânia “precisa acabar” após conversa com o ministro russo Sergei Lavrov.
- Lavrov teria reiterado o aviso para que diplomatas dos EUA deixassem Kyiv, mas Rubio aponta que Kyiv já é um lugar perigoso há anos.
- Diplomatas europeus, incluindo a embaixadora da União Europeia, Katarina Mathernova, afirmaram que vão permanecer em Kyiv.
- Rubio alertou sobre o risco de escalada do conflito, que pode se expandir para algo novo.
- O ministro Lavrov também disse ter transmitido uma mensagem de Vladimir Putin ao presidente dos EUA, Donald Trump, sem mais detalhes.
Marco Rubio pediu que a guerra na Ucrânia chegue ao fim após conversar por telefone com o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov. A declaração foi feita em meio a ataques recentes a Kyiv e a previsões de novas ações nos próximos dias.
Segundo Rubio, Lavrov reiterou o aviso de que diplomatas norte-americanos deveriam deixar Kyiv, embora tenha dito de forma pessoal que a cidade continua extremamente arriscada. Rubio destacou que a situação atual demonstra a gravidade do conflito e a necessidade de encerrar o confronto.
Além disso, Rubio mencionou que Lavrov teria transmitido uma mensagem de Vladimir Putin ao presidente americano, Donald Trump, sem detalhes adicionais. O secretário de Estado norte‑americano ressaltou os riscos de escalada do conflito.
Mesmo com o aviso russo, alguns diplomatas europeus escolheram permanecer em Kyiv, incluindo a embaixadora da União Europeia, Katarina Mathernova. Rubio advertiu que a continuidade do combate pode abrir espaço para uma expansão do conflito.
A conversa ocorre em um contexto de tensão constante entre Rússia e Ocidente, com ataques recentes a Kyiv e a expectativa de novos incidentes. A administração norte‑americana busca caminhos para evitar uma escalada prolongada.
Na agenda de hoje, a União Europeia acompanha a visita da presidente Ursula von der Leyen a Lituânia para demonstrar solidariedade diante de novas ameaças russas. Também há cobertura de reformas na Hungria e de um pico de calor europeu.
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