- Taiwan afirma que houve a segunda patrulha militar próxima à ilha em uma semana, realizada pelo Exército de Libertação Popular pouco após a cúpula de Pequim.
- O Exército de Libertação Popular teria feito uma “patrulha conjunta de prontidão de combate” ao redor de Taiwan, e o grupo do porta-aviões Liaoning foi identificado no Pacífico Ocidental.
- O Ministério da Defesa Nacional de Taiwan informou que, por volta das 6h, aeronaves chinesas, navios da Marinha da China e um navio oficial estiveram nos arredores da ilha; 24 das 29 incursões cruzaram a linha mediana e entraram na Zona de Identificação de Defesa Aérea (ADIZ).
- Taiwan afirma que a China é a única fonte de instabilidade na região do Indo-Pacífico.
- No fim de semana anterior, autoridades taiwanesas disseram que a China mobilizou mais de 100 embarcações ao redor da Primeira Cadeia de Ilhas; Washington informou suspensão de vendas de armas a Taiwan para assegurar munição para operações no Irã.
Taiwan acusa a China de realizar segunda patrulha militar perto da ilha em uma semana. O secretário-geral do Conselho de Segurança Nacional de Taiwan, Joseph Wu, disse que o Exército de Libertação Popular realizou a patrulha de prontidão de combate pouco depois da cúpula de Pequim, sem provocação, e que o Liaoning também foi avistado no Pacífico Ocidental. Taiwan monitora a situação e afirma que houve resposta de suas forças.
Antes, o Ministério da Defesa de Taiwan confirmou incursões de aeronaves chinesas, navios da Marinha e um navio oficial nas proximidades por volta das 6h, no horário local. Dados oficiais apontam que 24 das 29 incursões cruzaram a linha mediana e ingressaram na Zona de Identificação de Defesa Aérea, abrangendo regiões norte, central, sudoeste e leste.
A china considera Taiwan parte de seu território, enquanto a ilha se autodefine como democrática, soberana e independente. No último fim de semana, Wu afirmou que dados de inteligência indicavam mobilização de mais de 100 embarcações ao redor da Primeira Cadeia de Ilhas, incluindo áreas próximas a Taiwan, Filipinas e Japão.
Incursões e resposta militar
O texto oficial destaca que, diante dos eventos, as Forças Armadas de Taiwan monitoraram a situação e responderam aos desafios de tráfego naval e aéreo na região.
Contexto regional
Durante recentes deslocamentos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a China teve temas sensíveis discutidos, incluindo a venda de armas para Taiwan. O governo americano anunciou, ao fim de semana, a suspensão dessas vendas para preservar munição para operações no Irã.
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