- Alemanha e Espanha lideram a oposição aos planos da Comissão Europeia de banir fornecedores chineses de tecnologia em redes de telecomunicações.
- Países defendem manter controle em nível estadual e temem retaliação por parte da China, segundo pessoas familiarizadas com as negociações.
- As autoridades alegam que a proibição em nível da UE pode impactar contratos e operações existentes.
- Há preocupação de que a medida torne mais cara a construção de infraestrutura de inteligência artificial no bloco.
- As discussões ainda não são públicas, e as fontes pediram para não serem identificadas.
Alemanha e Espanha lideram a oposição às propostas da Comissão Europeia para banir fornecedores chineses de tecnologia em redes de telecomunicações, dentro de novas regras de cibersegurança, segundo pessoas familiarizadas com as negociações.
Os dois países defendem manter controle em nível estadual e expressaram preocupação com possível retaliação por parte da China caso o banimento atinja a Huawei e outros fornecedores. As fontes pediram para não serem identificadas, pois as discussões não são públicas.
A oposição sustenta que a medida pode comprometer o desenho de infraestrutura de IA da UE, elevando custos e atrasos. Além de Alemanha e Espanha, outros Estados-membros discutem flexibilizações para preservar competências nacionais em segurança de redes.
Segundo as fontes, o tema envolve equilíbrio entre segurança digital, soberania tecnológica e impactos econômicos. As negociações também consideram impactos em fornecedores europeus e na cadeia global de suprimentos.
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