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Alunos temem mortes após incêndio em escola no Quênia

Autoridades investigam incêndio na escola em Gilgil, Quênia; número de vítimas e causa não confirmados, buscas em andamento e feridos sendo atendidos no hospital

Worried parents gathered outside the school in Gilgil
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  • Um incêndio atingiu a Utumishi Girls School, em Gilgil, a cerca de 120 km de Nairóbi, na madrugada de quinta-feira.
  • O número de mortos ainda não foi confirmado; as buscas e resgates continuam e as autoridades não estabeleceram a causa do fogo.
  • As chamas teriam começado enquanto as estudantes dormiam, segundo a Cruz Vermelha do Quênia e a polícia.
  • Algumas estudantes ficaram feridas e foram encaminhadas para hospital; a Cruz Vermelha está no local oferecendo apoio.
  • A investigação segue em andamento; houve relatos não verificados de ao menos dez mortes, e o campus foi isolado, com apenas pais permitidos no interior.

Um incêndio atingiu a escola Utumishi Girls, em Gilgil, a cerca de 120 km a oeste de Nairobi, Kenia, durante a madrugada de quinta-feira. O fogo ocorreu quando as alunas dormiam em casa de alojamento, segundo a Cruz Vermelha do Quênia e a polícia.

As autoridades afirmam que o número de mortos ainda não foi confirmado e as buscas continuam. Várias equipes de resgate trabalham no local para iniciar a avaliação das vítimas, enquanto o acesso ao campus permanece restrito.

A Cruz Vermelha do Quênia informou que equipes de emergência já atuam no local para oferecer apoio médico e logístico. A polícia destacou que as investigações sobre a causa do incêndio ainda estão em andamento.

O comandante policial Masoud Mwinyi disse que algumas alunas ficaram feridas e estão em atendimento hospitalar. Ele informou que o número de vitimas precisa ser verificad o e que as diligências continuam.

Fogo em escolas internas não é incomum no país, e incidentes anteriores foram atribuídos à falta de cumprimento de normas de segurança. As autoridades disseram que o incidente atual está sendo investigado.

A escola foi isolada pela polícia e apenas os pais têm acesso ao perímetro. A comunidade local acompanha o desenrolar das informações oficiais sobre o ocorrido.

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