- Um búfalo albino apelidado de “Donald Trump” por causa da pelagem foi poupado do sacrifício durante o Eid al-Adha em Bangladesh.
- O animal, de cerca de 700 quilos, será levado ao zoológico nacional de Daca, com abrigo exclusivo, cuidador designado e quarentena de duas semanas.
- Autoridades interviram horas antes do sacrifício para preservar o búfalo, considerado raro.
- O apelido surgiu pela aparência clara e volumosa dos pelos, que atraiu curiosos e fãs das redes sociais a visitarem a propriedade.
- Mais de doze milhões de animais devem ser sacrificados no Eid al-Adha em Bangladesh, data importante para famílias de baixa renda.
O búfalo albino conhecido como Donald Trump foi poupado do sacrifício religioso em Bangladesh, após viralizar nas redes sociais pela semelhança com o presidente dos EUA. O animal, estimado em cerca de 700 quilos, era alvo do Eid al-Adha, principal celebração islâmica do país.
Horas antes do sacrifício, o governo interveio para evitar o abate. O búfalo ficará sob os cuidados do zoológico nacional em Dhaka, a capital, segundo informações oficiais. Um espaço exclusivo e um cuidador foram designados para o animal, que deve permanecer em quarentena por duas semanas.
Transferência para o zoológico
O apelido surgiu pela pelagem clara e volumosa que lembra o cabelo do ex-presidente, e a história atraiu visitantes à propriedade do antigo dono. O proprietário relata que houve intensa curiosidade de fãs das redes sociais, crianças e curiosos durante o período de fama do animal.
O manejo local interrompeu a venda do búfalo, mantendo-o sob proteção por ser considerado raro. Autoridades indicaram que, ainda jovem, o animal pode permanecer sob custódia por alguns anos no zoológico.
Atualmente, a festa envolve mais de 12 milhões de animais no país, incluindo cabras, ovelhas, vacas e búfalos, usados para sacrifício por famílias de baixa renda durante a celebração. O caso do búfalo albino ganhou destaque por combinar tradição, cultura e viralidade nas redes.
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