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Confrontos sobre a China surgem em meio a divisões na UE

Economia alemã defende equilíbrio: medidas contra a China não devem prejudicar exportações europeias, em meio à divisão da UE antes do debate em Bruxelas sobre defesa comercial

Katherina Reiche, Germany’s economy and energy minister.
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  • A ministra alemã da Economia, Katherina Reiche, afirmou que quaisquer medidas da UE contra a China não devem prejudicar as exportações europeias para o país.
  • Ela fez o comentário durante visita a Pequim, após reunião com o ministro chinês do Comércio, Wang Wentao.
  • Reiche disse que Bruxelas deve adotar uma abordagem equilibrada, com medidas de proteção eficaz e abertura para exportações.
  • A intervenção ocorre antes de reunião em Bruxelas na sexta-feira sobre a China, incluindo possível uso de novas ferramentas para lidar com a sobrecapacidade na indústria chinesa.
  • O posicionamento alemão diverge de França, Itália, Países Baixos, Espanha e Lituânia, que defendem atuação mais proativa e a criação de uma nova ferramenta de defesa comercial multissetorial.

Germania pressiona pela cautela na UE sobre China e busca equilíbrio entre proteção e abertura para exportações.

Katherina Reiche, ministra da Economia da Alemanha, afirmou durante visita a Pequim que as medidas da UE não devem prejudicar as exportações alemãs para a China. Ela participou de reunião com o ministro chinês do Comércio, Wang Wentao, para discutir o tema.

A intervenção ocorre antes de uma reunião crucial em Bruxelas, marcada para hoje, sobre a política comercial com a China. Os ministros devem avaliar o uso de novas ferramentas para enfrentar a gradualização excessiva na manufatura chinesa.

A posição alemã diverge de outras vozes da UE, que defendem uma atuação mais firme. Um documento difundido no fim de semana, apoiado por França, Itália, Holanda, Espanha e Lituânia, defende uma abordagem mais proativa para coibir práticas desleais e incluir uma nova ferramenta de defesa comercial setorial.

O debate em Bruxelas envolve a possibilidade de ampliar instrumentos de proteção para enfrentar desequilíbrios no comércio com a China, com foco na capacidade produtiva e em práticas de subsídios, segundo relatos de fontes diplomáticas.

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