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Grupo pede que diplomatas dos EUA deixem países durante surto de ebola

AFSA solicita saída de diplomatas dos EUA da RD Congo, Uganda e Sudão do Sul por surto de ebola; governo planeja tratar americanos em unidade no QuÊn?ia, em vez de retorno aos EUA

Profissionais da saúde ajustam equipamentos antes de entrar em local com suspeita de ebola na República Democrática do Congo
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  • A Associação Americana do Serviço Exterior pediu que diplomatas dos EUA na República Democrática do Congo, Uganda e Sudão do Sul possam deixar os países por causa do surto de Ebola.
  • A AFSA citou o plano do governo de tratar americanos em uma unidade no Quênia, em vez de trazê-los aos EUA, descrevendo como uma mudança drástica na gestão da exposição ao Ebola.
  • A AFSA afirmou que os funcionários do Serviço Exterior têm direito ao mesmo padrão de atendimento, incluindo o retorno para casa.
  • Um funcionário do Departamento de Estado disse que a segurança do pessoal está sendo monitorada e que a avaliação da postura é contínua.
  • Até o momento, não houve mudança na postura além da suspensão do processamento de vistos, conforme informado pelo governo.

A AFSA, associação que representa diplomatas do Serviço Exterior dos EUA, pediu nesta quarta-feira 27 que funcionários dos EUA na República Democrática do Congo, em Uganda e no Sudão do Sul recebam autorização para deixar os países devido ao surto de Ebola. O tema envolve a estratégia de resposta à doença.

A entidade mencionou especificamente o plano do governo de tratar americanos com Ebola em uma unidade no Quênia, em vez de trazê-los aos Estados Unidos. A AFSA classificou a proposta como uma mudança drástica na forma como governos anteriores lidaram com a exposição à doença.

Segundo a AFSA, os diplomatas atuam no exterior porque o governo os enviou e, por isso, devem ter direito a atendimento equivalente ao que sempre foi aplicado, incluindo a possibilidade de retornar para casa em casos de risco.

Um funcionário do Departamento de Estado afirmou que a saúde e a segurança do pessoal nos postos são prioridade contínua, e que há avaliação constante sobre medidas de proteção e logística. A pasta ressaltou que, até o momento, não houve modificação além da suspensão do processamento de vistos.

Posição oficial do Departamento de Estado

O órgão reiterou que permanece atento aos cenários de segurança, mantendo a postura de avaliação contínua. As informações sobre ajustes na política de vistos são comunicadas conforme necessário.

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