- Moçambique discute US$ 2 bilhões em custos que a TotalEnergies e seus parceiros dizem ter incorrido durante uma interrupção de longa duração do projeto de gás Natural Liquefeito em construção no país.
- A divergência surgiu após a Bayphase, consultoria britânica de petróleo e gás, concluir uma auditoria dos custos neste mês.
- A empresa não conseguiu verificar os valores devido à falta de documentação de apoio.
- Como resultado, Moçambique não aceitará a estimativa apresentada pela TotalEnergies.
Mozambique contesta 2 bilhões de dólares em custos cobrados pela TotalEnergies SE e parceiros, alegando que foram gastos durante a paralisação de longa duração do projeto de LNG em execução no país.
A divergência surgiu após a auditoria feita pela Bayphase, empresa britânica de consultoria em petróleo e gás, concluída neste mês. A firma não conseguiu verificar os custos devido à falta de documentação de apoio.
Como resultado, Moçambique não aceitará a estimativa apresentada pela TotalEnergies e seus associados, segundo a fonte familiarizada com o assunto, que pediu para não ser identificada por tratar de informações confidenciais.
A disputa envolve o projeto de gás natural liquefeito que está sendo construído no sudeste de Moçambique e já acumula anos de interrupções. A decisão sobre os custos poderá influenciar negociações entre as partes e o andamento do empreendimento.
Entre na conversa da comunidade