- A Polícia Federal apreendeu 1,3 tonelada de cocaína escondida em pés de mesa no Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte.
- A operação ocorreu nesta quarta-feira (27) e resultou na prisão de suspeitos ligados a um esquema de tráfico internacional de drogas.
- Entre os investigados, há integrantes de um grupo de Governador Valadares, interior de Minas Gerais, responsável pela organização do esquema.
- Segundo as investigações, a droga era transportada em pés de mesa produzidos em Governador Valadares e enviada à Europa por via aérea para compor móveis de alto padrão.
- As prisões foram realizadas com apoio de equipes de segurança do aeroporto e da Polícia Federal; os detidos foram encaminhados à sede da PF em Belo Horizonte e as investigações devem seguir, com possibilidade de novas prisões.
A Polícia Federal apreendeu 1,3 tonelada de cocaína escondida em pés de mesa no Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte. A operação ocorreu nesta quarta-feira, 27, e resultou na prisão de suspeitos ligados a um esquema de tráfico internacional de drogas. Entre os detidos está um grupo identificado como vindo de Governador Valadares, no interior de Minas Gerais.
Segundo as investigações, a droga era transportada dentro de pés de mesa produzidos por uma fábrica local. Os móveis eram enviados para a Europa, onde seriam usados na montagem de itens de alto padrão. A cocaína era acondicionada nas peças e remeteria por via aérea até o destino.
A ação contou com o apoio de equipes de segurança do aeroporto e de unidades da Polícia Federal em Minas Gerais. Os suspeitos foram presos em flagrante e conduzidos à sede da PF em Belo Horizonte, onde seguem à disposição da Justiça.
Detalhes da operação
A PF informou que as investigações estão em andamento e que novas prisões podem ocorrer nos próximos dias. A apreensão é vista como um golpe relevante a um esquema que movimenta milhões de dólares anualmente.
Obrigações legais e próximos passos
As autoridades relataram que as investigações devem continuar para identificar a cadeia produtiva e as rotas logísticas do tráfico. Os envolvidos permanecem sob custódia da PF, e os próximos desdobramentos dependerão da atuação do Ministério Público e do Judiciário.
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